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Política Defesa do ministro da Justiça de Bolsonaro Anderson Torres classifica denúncia como “obra de ficção” e questiona julgamento no Supremo

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Prévia encaminhada ao Supremo solicita remessa do processo para a primeira instância.

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Prévia encaminhada ao Supremo solicita remessa do processo para a primeira instância. (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu a defesa prévia do ex-delegado da Polícia Federal e ex-ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, Anderson Torres, que foi indiciado por seu suposto envolvimento nos atos antidemocráticos de 8 de Janeiro.

A defesa, em documento encaminhado à Corte, classifica a denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como um “roteiro imaginário” e uma verdadeira “obra de ficção”. Além disso, a defesa considera a acusação “irresponsável”, apontando que não existem provas substanciais para embasar as alegações contra Torres.

O texto da manifestação argumenta que a acusação não possui fundamentos concretos e que, na realidade, ela se baseia apenas no fato de Anderson Torres ter integrado o governo de Jair Bolsonaro. Segundo a defesa, “esse fato, contudo, não configura, por óbvio, qualquer ilícito penal”. A defesa reforça que o envolvimento de Torres no governo anterior não implica, por si só, em envolvimento com os eventos do 8 de Janeiro, sugerindo que a acusação está sendo feita sem o devido embasamento jurídico.

Seguindo a linha de defesa adotada por outros aliados de Bolsonaro, Torres também solicitou que o processo não seja julgado pela Primeira Turma do STF, entendendo que a Corte não tem competência para analisar o caso. O ex-ministro argumenta que a denúncia não apresenta uma conexão clara entre ele e os envolvidos que possuem foro privilegiado, como o próprio ex-presidente Bolsonaro, nem com os outros acusados no processo.

Por essa razão, a defesa pede que o processo seja enviado para a primeira instância, onde, segundo ela, o caso deveria ser analisado. Caso isso não aconteça, a manifestação sugere que o processo seja julgado diretamente no plenário da Corte, alegando que seria mais adequado para garantir a imparcialidade e a correta análise das evidências.

Outro ponto abordado na defesa é a delação de Mauro Cid, que também foi mencionada no caso. A defesa de Anderson Torres questiona a veracidade da conexão entre ele e Cid, e afirma que não existem fatos que estabeleçam qualquer vínculo entre o ex-ministro da Justiça e o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. “Se não há ligação entre o denunciado e um dos principais personagens da suposta trama golpista, conclui-se que não há justa causa para o prosseguimento da ação penal em relação a Anderson Torres”, argumenta a defesa, defendendo o arquivamento da denúncia. (Estadão Conteúdo)

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Jorge Bressan
8 de março de 2025 00:13

Enquanto não aparecerem as câmeras do dia 08.01,pode-se suspeitar de tudo e todos.

Vanderlei Ochoa
7 de março de 2025 11:03

Nós vimos a ” obra de ficção ” ao vivo e a cores no dia 08 de janeiro, marginal. Se deram mal no golpe e estão tentando enganar o povo brasileiro que assistiu tudo o que os marginais comandados pela turma do teu chefe fizeram em Brasília. Cai fora marginal. E a pampa dá voz para esses marginais. Pampa, tira esse marginal do ar, por favor. Se não fosse o STF, hoje estaríamos embaixo das patasdessa marginalha aí.

Fernando Krause
7 de março de 2025 12:54

A Globo deve ter encomendado a trama para tornar ela uma mini série…

Vanderlei Stefani
7 de março de 2025 15:15

Na ditadura de 64, todo cidadão de bem era monitorado. Quando um vizinho, da direita golpista não gostava do outro, denunciava para o DOPS. O cara era recolhido, levado para os porões, torturado, assassinado e jogado no mar. A marginalha da direita golpista acha que está em 64. Cadeia para os marginais da direita golpista e canalha.

Alexandre Krause
7 de março de 2025 14:53

O aparelhamento do supremo, junto com a esquerda, vão aos poucos eliminar a direita.
Aos poucos, Brasil está virando uma ditadura da esqierda com apoio do supremo.
Que vergonha

João Fernando Zacher
7 de março de 2025 16:06

É bem como o presidiário bebum fala sempre: – A gente tem que criar uma NARRATIVA bem elaborada e bater nela sempre até as pessoas acharem aceitável e se tornar verdade. DEPOIS A GENTE DÁ O GOLPE QUE QUISER …. Normal para um sujeito desprezível que se criou ouvindo a mãe dele falar que TEM QUE MENTIR – Depois de um tempo ele acreditou piamente e repete sempre: – POLÍTICO TEM QUE MENTIR…. Ele vive de suas mentiras e através delas está no poder até hoje, apoiado por gente sem escrúpulos que sabem que nele, tudo é falso, mas mesmo… Leia mais »

Vanderlei Stefani
8 de março de 2025 01:48

O STM já entregou nas mãos do STF, o julgamento é com a primeira turma.

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