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Política Gleisi Hoffmann e Alexandre Padilha tomam posse, com discursos de defesa do governo

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As mudanças foram anunciadas no fim de fevereiro dentro de uma nova reforma ministerial que Lula implementa.

Foto: Ricardo Stuckert/PR
As mudanças foram anunciadas no fim de fevereiro dentro de uma nova reforma ministerial que Lula implementa. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Os novos ministros Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais) e Alexandre Padilha (Saúde) tomaram posse nessa segunda-feira (10) em cerimônia no Palácio do Planalto, adotando discursos marcados pela defesa do governo Lula, do fortalecimento da democracia e do enfrentamento ao negacionismo.

Gleisi, que assume a articulação política do governo, prometeu trabalhar pela construção de alianças no Congresso e agradeceu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pelo papel na defesa da democracia.

“Quero aqui reconhecer o papel do ministro Alexandre de Moraes na defesa da democracia e, agora, da soberania nacional. Respeitamos e temos relações com todos, mas o Brasil é dos brasileiros e brasileiras.”

Além da política institucional, Gleisi destacou a importância da cultura na reconstrução da memória democrática do país. Ela prestou homenagem aos artistas Walter Salles, Fernanda Torres e Selton Mello, além da equipe do filme “Ainda Estou Aqui”, a primeira produção brasileira a vencer um Oscar.

“Esse filme mostrou ao mundo o que significou a ditadura no Brasil.”

Críticas

No Ministério da Saúde, Alexandre Padilha assumiu o cargo com um discurso combativo contra o negacionismo e em defesa das vacinas. Ele anunciou que a imunização será uma das principais prioridades da sua gestão.

“Na condição de ministro da Saúde, terei um inimigo contra o qual nunca recuarei: o negacionismo e as ideologias que os cercam. Negacionistas, vocês têm nas mãos o sangue dos que morreram na pandemia. Nós vamos impulsionar um amplo movimento nacional pela vacinação e defesa da vida.”

Padilha também rebateu a desinformação sobre vacinas, citando o caso da imunização contra o HPV, que enfrentou resistência no passado:

“Diziam que a vacina contra HPV causava vários efeitos. Nós teimamos e, hoje, após dez anos, não temos nenhum jovem com esses efeitos.”

O ministro reforçou o compromisso do Brasil com organismos internacionais de saúde:

“Dizer sim à OMS é dizer sim à vacinação contra poliomielite. Dizer sim à OMS é dizer sim ao programa mundial de enfrentamento às infecções sexualmente transmissíveis.”

Perfil político

A chegada de Padilha ao Ministério da Saúde reforça a estratégia do governo de fortalecer a articulação política na Esplanada. Ex-ministro da pasta no governo Dilma Rousseff, ele vinha exercendo o cargo de ministro das Relações Institucionais, atuando na interlocução do Planalto com o Congresso.

No discurso de posse, Padilha destacou o papel do governo na reconstrução do SUS e na resposta a crises herdadas da gestão anterior. Ele mencionou o golpe de 8 de janeiro de 2023 e defendeu a atuação do governo para preservar a democracia:

“Juntos, conseguimos impedir o golpe de 8 de janeiro, um plano sórdido que incluía o assassinato de Lula e Alckmin. Se eles tivessem tido sucesso, Lula e Alckmin não estariam aqui, este salão estaria vazio. Mas vencemos, nós ainda estamos aqui.”

O novo ministro também enfatizou a importância de manter investimentos na saúde sem comprometer as políticas sociais:

“Fizemos o terceiro maior ajuste fiscal, não com fome, não com sacrifício da população que mais precisa.”

Padilha fez questão de agradecer aliados no Congresso, como Jaques Wagner, Randolfe Rodrigues, José Guimarães, Arthur Lira, Rodrigo Pacheco e Davi Alcolumbre, reforçando a necessidade de apoio político para viabilizar os projetos da sua gestão.

A nomeação de Padilha ocorre em um momento de ajuste estratégico no governo Lula, que busca ministros mais ativos na comunicação e na defesa da gestão. A saída de Nísia Trindade do Ministério da Saúde é parte desse movimento. Lula quer que sua equipe tenha maior protagonismo no debate público, antecipando um embate eleitoral acirrado em 2026.

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Vanderlei Ochoa
11 de março de 2025 01:41

Todo homem de sucesso é taxado de veado, corno ou bêbado. Ainda bem que tu chama o ESTADISTA LULA de bêbado, seu corno 🦌… hahahahahaahh

Artur Borba
10 de março de 2025 22:56

Quando este bebado recebeu o governo encontrou as estatais no azul, dinheiro no caixa, inflação no controle, o que fizeram estes ptistas,?so roubaram e perseguição e criticas ao presidente bolsonaro que ate o momento está inelegivel, durante estes tres anos, como bolsonaro é o culpado por este desgoverno. Ou será que bolsonaro vai concorrer 2026? Quanto odio e raiva esta ptzada sente da direita. Gabinete do odio está instalado no stf e quem comanda, xandovyski.

Vanderlei Ochoa
11 de março de 2025 01:40

Arigó kreusa Almeida…

Fernando Krause
10 de março de 2025 23:13

Dois ou mais petistas condenados por CORRUPÇÃO não é formação de quadrilha ???

Jorge Bressan
10 de março de 2025 23:48

E tem como este pais dar certo?

Rogerio Zacher
11 de março de 2025 10:40

Bah!!! Não sabia que você Ochoca é meu filho!!!!!!!kkkk….

Vanderlei Ochoa
11 de março de 2025 01:40

Todo homem de sucesso é taxado de zê cachaça, veado ou corno. Ainda bem que tu chama o Lula de Zé cachaça, seu corno 🦌 hahahhahhaahah

Rogerio Zacher
11 de março de 2025 00:31

O Zé cachaça é machista, pois demitiu Nisia Trindade e colocou Alexandre Padilha em seu lugar… A ex-ministra Nisia se diz perseguida pela oposição, mas quem perseguiu ela foi o próprio PT e o Zé cachaça por sua incompetência….kkk

Fernando Krause
11 de março de 2025 11:07

Arigó Vandeca a
Aloprada…

Vanderlei Ochoa
11 de março de 2025 01:38

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