Sexta-feira, 02 de outubro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
17°
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Ministério de Minas e Energia quer mais subsídio na conta de luz

Compartilhe esta notícia:

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, falou nesta semana sobre a proposta de reforma do setor elétrico. (Foto: Tauan Alencar/MME)

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse na quinta-feira (10) que a proposta de reforma do setor elétrico a ser apresentada pelo governo prevê a isenção do pagamento da conta de luz para até 60 milhões de brasileiros. Hoje esse universo é de 40 milhões de pessoas, segundo o MME. Silveira afirmou que pretende enviar o projeto sobre o tema à Casa Civil no fim deste mês e espera que a pauta chegue ao Congresso até o fim do primeiro semestre. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, negou que haja estudo na pasta ou na Casa Civil para ampliar a tarifa social.

Questionado sobre eventual custo fiscal da proposta, Haddad afirmou que desconhece o assunto. Ele também disse que ligou para o ministro da Casa Civil, Rui Costa, que também teria afirmado que “não está em tramitação [na Casa Civil] nenhum projeto” sobre ampliação da tarifa social.

Silveira falou sobre a ampliação da isenção em evento no Rio: “Vamos ampliar a tarifa social e simplificar as regras”, disse, no Fórum Brasileiro de Líderes em Energia. Segundo o ministro, a gratuidade será para usuários com consumo até 80 kilowatts (KW) por mês. A medida, disse Silveira, beneficiaria famílias inscritas no Cadastro Único de programas sociais com renda de até um salário mínimo.

Silveira tem prometido ao setor elétrico a apresentação de uma proposta de reformulação do marco legal. Em diversos momentos, o ministro estabeleceu prazos para enviar ao Congresso um projeto de lei nesse sentido. O novo marco legal sugerido pelo Ministério de Minas e Energia seria uma alternativa ao PL 414/2021, que está parado na Câmara dos Deputados. Após longas discussões no setor elétrico, o PL 414 prevê temas como mudanças na contratação de usinas, redução de subsídios e abertura do mercado de energia elétrica para a baixa tensão, entre outros pontos.

Conforme o cálculo do MME, o maior número de isentos aumentaria a conta de energia em 2% para os demais. Ainda segundo o ministério, com outras fontes de recursos possíveis, como dinheiro do petróleo ou outras políticas públicas do Orçamento Geral da União, seria possível abater o aumento. A abertura do mercado, com concorrência de fontes, também minimizaria o efeito, diz o MME. As informações são do jornal Valor Econômico.

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Trump quer iPhone feito nos Estados Unidos, mas ele custaria três vezes mais
CEEE Equatorial recebe direção do Dmae para entrega de orçamento das estações de bombeamento de água em Porto Alegre
Pode te interessar