Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 18 de abril de 2025
O CJF (Conselho da Justiça Federal) decidiu que os militares não poderão mais acumular dois adicionais. Com isso, a AGU (Advocacia-Geral da União) prevê que deixarão de ser gastos R$ 3 bilhões por ano dos cofres públicos.
Agora, os membros das Forças Armadas ficam proibidos de receber simultaneamente o ATS (adicional de tempo de serviço) e o ACDM (adicional de compensação por disponibilidade militar).
O caso foi levado à Justiça pela AGU sob o argumento de não ser possível o “recebimento simultâneo dos adicionais de tempo de serviço”. O militar, então, passará a escolher a opção que considerar mais vantajosa de adicional.
Para o advogado da União Luís Felipe Cabral Pacheco, a decisão “pacifica a questão, reduz a judicialização e representa significativa economia de recursos públicos para as Forças Armadas, contribuindo para viabilizar, do ponto de vista orçamentário, a continuidade do cumprimento de suas relevantes missões institucionais”.
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Não foi a Justiça….no Brasil não existe….foi o Judiciario…
MELANCIAS SE ACOMODANDO….Vai pintar cordão de calçada…
Para os MELANCIAS foi muito BOM. Traíram seu presidente militar, que os valorizava, traíram o povo que pedia ajuda para recuperar o Código Fonte que o Xandão roubou e escondeu, com o resultado REAL da eleição que Bolsonaro GANHOU com grande margem de votos. Ajudaram a colocar um Presidiário Ladrão, famoso em todo o mundo por ser CORRUPTO, e mesmo sabendo que ele odeia os militares pois, apanhou deles durante toda a vida “revolucionária” dele e protegeram esse embuste sobre o povo brasileiro. Eles agora bem sabem que no Brasil, somente Deputados, Senadores e juízes, podem acumular benefícios e desvios… Leia mais »
Bem feito para os batedores de continência à um criminoso triplamente condenado por CORRUPÇÃO.
A AGU é subordinada a ele…
Estão cagando para o exército. Prendem generais e não pagam adicionais, só para o judiciário.
BOA
Parabéns, agora façam o mesmo com juízes, promotores, políticos…