Terça-feira, 19 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 6 de maio de 2025
Novo ministro da Previdência, Wolney Queiroz, deve prestar esclarecimentos no dia 15 de maio
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos DeputadosA Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (6), um requerimento que convida o atual ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz Maciel, a prestar depoimentos sobre a fraude no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Antes de ocupar o cargo de ministro, Wolney conduziu a secretaria-executiva do Ministério da Previdência Social. A audiência está prevista para ocorrer em 15 de maio.
O requerimento teve como relator o senador Eduardo Girão (Novo-CE) e foi apresentado pelo senador Sérgio Moro (União Brasil-PR). O documento pede uma justificativa para a “ausência de uma ação imediata do Ministério da Previdência Social quando informados das fraudes” do INSS e quais ações foram adotadas por Wolney à época em que era secretário-executivo.
Inicialmente, a ideia da comissão era convocar o novo ministro da Previdência, o que obrigaria sua presença no colegiado. No entanto, os parlamentares decidiram por converter a convocação em um convite. Wolney pode optar por não comparecer e enviar um representante em seu lugar.
Wolney assumiu a pasta após o ex-ministro Carlos Lupi, presidente licenciado do PDT, deixar o cargo na semana passada, em meio às investigações sobre fraudes em aposentadorias e pensões do INSS.
O novo ministro também é filiado ao PDT e, durante o governo Jair Bolsonaro (PL), liderou o partido e a oposição ao governo na Câmara dos Deputados.
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Convite ? Tem que ter algemas
Era o número 2 do Lupi e sabia de tudo o que estava acontecendo no INSS …
PORQUE NÃO AGIU ????????
Blá, blá, blá, blá, blá, blá…
Mais uma pizza tamanho família.
Para lembrar os desmandos e pilantragens do desgoverno do Bozo contra o INSS, sendo que o senador Marinho, aliado do Bozo, mandava e desmandava no Instituto do povo brasileiro. O Bozo invadiu o INSS para dar dinheiro para 7 mil militares, sem nenhum preparo técnico para exercer funções e cargos para administrar o órgão. Tomara que venha a CPMI. Será outro tiro no pé dado pela própria oposição de extrema direita, como aconteceu com as CPMI do MST e da Covid-19, que se voltaram contra os bolsonaristas fascistas… Davis Sena Filho