Domingo, 08 de novembro de 2026
Por Redação O Sul | 19 de fevereiro de 2016

“Recolocação” do umbigo da paciente só poderá ser feita seis meses após a cirurgia. Enquanto isso, ela exibe o corte feito na área. (Crédito: Reprodução)
A americana Lori Jones, 45 anos, levou um susto após acordar de uma abdominoplastia: seu umbigo havia desaparecido. Em dezembro de 2015, a moradora de Houston, no Estado do Texas (Estados Unidos), passou pelo procedimento para melhorar a aparência do abdômen após cesarianas. Ela foi operada pelo renomado cirurgião Younan Nowzaradan, mas alega que ele jamais a avisou que poderia ficar sem o umbigo.
Reclamação.
“Eu fui [à clínica] com o umbigo e gostaria de saber o que você fez com ele. O que aconteceu com ele? Você o jogou no lixo? Onde está?”, relembrou Lori em entrevista ao canal KTRK-TV, da emissora ABC News. Em sua defesa, o cirurgião disse que Lori foi, sim, avisada sobre o risco. “Ela havia passado por outra cirurgia e tinha uma cicatriz, portanto não tinha como salvar a região. Eu disse isso para ela antes e depois da cirurgia”, alegou ele. Nowzaradan ainda afirmou que pode reconstruir o umbigo da paciente, mas somente após seis meses da cirurgia. Ainda assim, a mulher decidiu levar o caso à Justiça.
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