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Economia Ministro da Fazenda diz que cortar benefícios tributários é combater privilégios

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Ministro falou a parlamentares em comissão no Senado

Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Ministro falou a parlamentares em comissão no Senado. (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criticou nesta terça-feira (14) a repercussão negativa da Medida Provisória 1303/2025, que taxou rendimentos de aplicações financeiras e apostas esportivas para compensar a revogação do decreto que aumentou do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O texto precisava ser aprovado até a quarta-feira (8) última para não perder a eficácia, mas foi retirado da pauta da Câmara dos Deputados e, com isso, caducou.

“É muito curioso que setores muito conservadores da nossa sociedade equivocadamente tratam o corte de gastos tributários como aumento de tributo e não como o fim de um privilégio. É curioso isso. Você cortar um gasto tributário no Brasil é encarado pela imprensa como um todo não como o fim de um privilégio que foi dado momentaneamente, mas como aumento de imposto. Não poderia haver equívoco maior do que isso”, disse.

“Vez ou outra, olho notícias do tipo ‘Vão tributar as bets’. Eu tenho até dificuldade de compreender a frase. Porque toda atividade econômica é tributada. Toda! Todos vocês, todos os empresários, todo mundo contribui com a sua justa parte para o orçamento público. Aí o ônus recai ao poder público, que quer corrigir uma distorção. Vão tributar as bets? Sim. Porque todos nós pagamos tributos. E, quando alguém escapa, isso faz recair sobre toda a sociedade o que está sendo desonerado de um determinado setor”, afirmou.

Durante audiência pública na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos do Senado), Haddad avaliou que programas de renúncia fiscal “não podem ser eternos, a não ser em casos muitos específicos”.

“Vou dar um exemplo típico. As santas casas, que sabemos que são entidades filantrópicas que não pagam determinados tributos, isso está na Constituição. O constituinte colocou lá na Constituição porque sabia da necessidade para o SUS [Sistema Único de Saúde] do complemento dessas entidades”, explicou, acrescentando, porém, que “não há nada mais pernicioso do que tratar isso [cobrança de tributos de bets] como aumento de tributo”.

“Isso [cobrar das bets] não é aumento de tributo. Estamos protegendo a sociedade de grupos de interesse privilegiados que querem tornar perene, querem perenizar aquilo que foi feito conjunturalmente por uma determinada situação. Esse projeto [MP] tem esse mérito. É um projeto que ataca a desigualdade. É isso que ele visa. Ele começa a corrigir a desigualdade produzida pelo próprio Estado”.

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Miltch Mitch
15 de outubro de 2025 00:02

Tem que pagar a JANJARACA. Roma e Paris, na mesma semana e caro porra…..
Quem vota no pt não e só burro e cúmplice

Jorge Bressan
15 de outubro de 2025 01:02

PQP Janja em Paris de novo,o que ela tanto faz lá????

Fernando Krause
15 de outubro de 2025 18:00

Agora 42 com o ministério da cumpanhera dama de luxo…

Jorge Ferreira
15 de outubro de 2025 10:53

41 ministerios e pouco kkk

Luiz C. Ferrari
15 de outubro de 2025 13:04

Certíssimo ministro.
Não adianta insistir, a maioria não entende e prefere pagar imposto de renda sobre salário mínimo.
Infelizmente o alcance mental da maioria é curto. Preferem prejudicar suas vidas do que tirar mais de coisas supérfluas ou dos mais abastados.
Exemplo disso: Os grandes incentivos fiscais para empresas que estão a mais de quarenta anos recebendo.
Se não deu certo nesse tempo todo, e precisando do governo, é melhor fechar. É como se fosse estatal.

Vanderlei Stefani
15 de outubro de 2025 21:23

A extrema direita não propõe nada, só chora pelos cantos kkkkkkkk

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