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Política Ministro Dias Toffoli, do Supremo, diz que diretor do Banco Central convocado para acareação sobre o Banco Master não é investigado

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Ministro determinou que uma lista com perguntas fossem feitas aos depoentes e mudou rito por telefone. (Foto: Fellipe Sampaio/STF)

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesse sábado (27) manter a participação do diretor de fiscalização do Banco Central (BC), Ailton de Aquino Santos, na acareação que envolve a investigação sobre fraudes no Banco Master.

A audiência está prevista para a próxima terça-feira (30), no Supremo, quando também serão interrogados banqueiro Daniel Vorcaro, um dos sócios do banco, e o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa.

A decisão do ministro foi motivada por um recurso apresentado pelo BC para questionar a participação do diretor na acareação.

Toffoli esclareceu que o diretor não é investigado nem o BC. Contudo, a participação de Ailton é de “especial relevância” para esclarecer os fatos.

“O objeto da investigação cinge-se à apuração das tratativas que orbitaram a sessão de títulos entre instituições financeiras – sob o escrutínio da autoridade monetária conforme disposição legal –, é salutar a atuação da autoridade reguladora nacional e sua participação nos depoimentos e acareações entre os investigados”, justificou o ministro.

Investigação

No início deste mês, Toffoli decidiu que a investigação sobre o Banco Master deverá ter andamento no STF, e não mais na Justiça Federal em Brasília. A medida foi tomada diante da citação de um deputado federal nas investigações. Parlamentares têm foro privilegiado na Corte.

Em novembro, Vorcaro e outros acusados foram alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para investigar a concessão de créditos falsos pelo Banco Master, incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo Banco de Brasília (BRB), instituição pública ligado ao governo do Distrito Federal.

De acordo com as investigações, as fraudes podem chegar a R$ 17 bilhões.

Além de Vorcaro, também são investigados os ex-diretores Luiz Antonio Bull, Alberto Feliz de Oliveira e Angelo Antonio Ribeiro da Silva, além de Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do banco.

Após a prisão, os advogados de Daniel Vorcaro negaram que o banqueiro tentou fugir do país e sustentou que ele sempre se colocou à disposição para contribuir com a apuração dos fatos. As informações são da Agência Brasil.

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1 Comentário
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Moisés Santos
28 de dezembro de 2025 14:25

Será uma acarreacao séria, um um.jogo de cartas marcada com perguntas e respostas previamente convencionada. Porque as provas documental já séria o suficiente para condenação, por uma série, de crimes tipificado no CP

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