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Bruno Laux Assembleia prepara lançamento do Observatório da Agropecuária Gaúcha

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Presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa, o deputado Zé Nunes (PT) anunciou a elaboração do Observatório da Agropecuária Gaúcha 2025. (Foto: Paulo Garcia/ALRS)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa, o deputado Zé Nunes (PT) anunciou nessa quinta-feira (12) a elaboração do Observatório da Agropecuária Gaúcha 2025, que será lançado em 17 de março. A publicação, produzida pela equipe técnica do colegiado, reúne dados oficiais das principais cadeias produtivas do setor primário em uma análise abrangente da última década. O objetivo central é consolidar um diagnóstico preciso da realidade agrícola para subsidiar a formulação de novas políticas públicas e projetos de desenvolvimento para o Estado. Segundo o parlamentar, a intenção é que o material seja atualizado anualmente, servindo como uma síntese de referência para os poderes Legislativo e Executivo.

Rito próprio

Em reação à disposição manifestada pelo governador Eduardo Leite decomparecer à CPI dos Pedágios, o presidente do colegiado, deputado Paparico Bacchi (PL), declarou que a convocação do líder do Executivo “não depende de gesto voluntário”. Destacando o rito técnico seguido pela comissão, Paparico afirma que o acionamento do governador está sujeito à decisão formal do grupo, que definirá o momento adequado conforme o andamento dos depoimentos técnicos. O deputado pontua ainda que a comissão já identificou uma série de problemas graves relacionados às concessões de rodovias propostas pelo Estado, como inconsistência no VDM, valores elevados na demolição de acostamentos e questionamentos sobre a situação das pontes.

Legislativo laico

A Câmara Municipal de Uruguaiana suspendeu na quarta-feira (11) a leitura de versículos bíblicos e a invocação do nome de Deus na abertura de suas sessões após notificação judicial. A medida atende a uma decisão liminar do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul em uma ação movida pela Federação das Religiões Afro-Brasileiras (Afrobras), que questiona a constitucionalidade do regimento interno da Casa. O tribunal determinou a suspensão imediata do rito até o julgamento definitivo do processo. A Presidência do Legislativo informou que a Procuradoria da Casa analisará juridicamente o caso, mas que a ordem judicial foi cumprida prontamente. Agora, o município e a Câmara têm 30 dias a contar da notificação para prestar informações ao Tribunal antes que o mérito da ação seja avaliado em definitivo.

Legislativo laico II

Líder da Frente Parlamentar Evangélica na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Airton Lima (Podemos) publicou nessa quinta-feira nota de repúdio contra a decisão do Tribunal de Justiça do RS sobre os ritos na Câmara de Uruguaiana. Airton argumenta que, enquanto Estado laico, o governo não possui uma religião oficial, devendo respeitar todas as crenças, o que afirma não implicar na ocultação, apagamento ou retirada da fé do espaço público. O parlamentar classifica a invocação do nome de Deus em sessão legislativa como “expressão de tradição e identidade cultural”, diante dos mais de 80% da população brasileira que professa a fé cristã.

Dados protegidos

O deputado estadual Gustavo Victorino (Republicanos) está articulando na Assembleia Legislativa a criação da Política Estadual de Governança de Dados em Sistemas de Segurança Privada e Controle de Acesso no RS. Com foco no combate a golpes e tentativas de fraudes, a proposta estabelece normas para o descarte correto de biometrias, imagens faciais e fotos de documentos coletados em condomínios e estabelecimentos comerciais. Conforme o parlamentar, o armazenamento desnecessário dessas informações após o encerramento das visitas potencializa o risco de vazamentos e fraudes. Entre as diretrizes, o texto prevê a redução da quantidade de dados exigidos na identificação e prazos para a eliminação definitiva dos registros. A matéria aguarda distribuição nas comissões do Parlamento. (Por Bruno Laux)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Vanderlei Ochoa
13 de fevereiro de 2026 08:32

Bom jornalismo. Imparcial e ético. Como seria bom se a pampa agisse com equilíbrio no rádio, TV e jornal. Mas não é o que acontece. Em todos os programas o desequilíbrio de componente opinativo sobre política é desigual e parcial. No programa da Magda no ATUALIDADES PAMPA é um abismo. São 6 ” debatedores” da direita golpista contra um da esquerda, numa tentativa de atacar o governo, muitas vezes gritando e querendo impor seus pensamentos. No rádio pela manhã é uma aberração. Três ” batedores” da direita golpista insuflado o povo com meus verdade e CONVICÇÕES furadas. E por aí… Leia mais »

Vitor
13 de fevereiro de 2026 16:10
Responder para  Vanderlei Ochoa

Nossa! Você assiste tudo isso? Somente para criticar?? Sabias que vocês que dão audiência para os anunciantes deles??? Sabias que, se ninguém assistir não dá audiência, os patrocinadores correm, o programa acaba e os jornalistas seriam demitidos???? Ou seja: no fundo VOCÊ é a causa deles estarem falando o que não gostas…

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