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Mundo Na Índia, Lula e Macron discutem combate ao narcotráfico na fronteira entre Brasil e Guiana Francesa

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Lula e Macron se encontraram em Nova Déli, na Índia, às margens da Cúpula do Impacto da Inteligência Artificial

Foto: Ricardo Stuckert/PR
Lula e Macron se encontraram em Nova Déli, na Índia, às margens da Cúpula do Impacto da Inteligência Artificial. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o líder francês Emmanuel Macron discutiram nesta quinta-feira (19) formas conjuntas de combater o narcotráfico e outras formas de crimes transnacional na fronteira entre Brasil (Amapá) e a Guiana Francesa. Os líderes também conversaram sobre o garimpo ilegal na região. O Planalto não detalhou as conclusões da discussão e se os presidentes discutiram ações conjuntas para o enfrentamento dos crimes.

Lula e Macron se encontraram em Nova Déli, na Índia, às margens da Cúpula do Impacto da Inteligência Artificial, que contou com a presença de chefes de Estado e de Governo, especialistas em tecnologia e CEOs de big techs. Eles viajaram ao país a convite do primeiro-ministro Narendra Modi para participarem do evento e realizar uma visita de Estado.

A indústria da defesa também foi tema da reunião, que ocorreu a pedido do francês. Os mandatários falaram sobre investimentos na área, como o fortalecimento do programa de submarinos brasileiros e a produção de helicópteros no Brasil por meio de interesse firmado no ano passado em carta de intenção assinada pelos líderes para transformar a fábrica da Helibras, em Itajubá (MG), em um polo de produção e exportação do H145, um dos mais avançados do mundo. A Embraer também fez parte da pauta.

Entre os empresários que acompanham a comitiva do presidente estavam ao menos seis executivos da empresa de aviação, entre eles o vice-presidente José Serrador Neto e o diretor comercial Raul Villaron. Os líderes também discutiram o desenvolvimento de submarinos brasileiros no âmbito do Programa de Desenvolvimento de Submarinos, assinado em 2008 e com orçamento em torno de R$ 40 bilhões. Em uma visita de Macron ao Rio em março de 2024, os mandatários participaram do batismo e lançamento ao mar do submarino “Tonelero”, fabricado inteiramente no Brasil.

Na ocasião, os mandatários defenderam a cooperação militar entre os dois países para que juntos pudessem defender a manutenção da paz mundial, além de garantir a própria soberania. O francês e o brasileiro também discutiram investimentos na indústria da saúde, e Macron convidou Lula para participar da próxima cúpula do G7, que ocorre em junho na França.

O encontro entre os líderes ocorreu pouco depois da assinatura do acordo entre a União Europeia e o Mercosul, que ficou de fora da conversa. A conclusão do acordo foi considerada uma vitória para a região na avaliação de Lula. Para Macron, uma derrota, já que o francês sofre pressão de produtores rurais e setores industriais contrários à abertura do mercado europeu a mercadorias sul-americanas.

Além da conversa com o presidente da França, Lula também teve uma reunião com o CEO do Google, Sundar Pichai, a pedido do executivo, em que falaram sobre investimentos da empresa no Brasil e a visão do governo sobre inteligência artificial. O presidente também teve reuniões bilaterais com o primeiro-ministro da Croácia, Andrej Plenković, e com o presidente do Sri Lanka, Anura Kumara Dissanayake. (Com informações do jornal Folha de S.Paulo)

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Fernando Krause
19 de fevereiro de 2026 16:58

Que meigo, será que foram passear de mãos dadas no Taj Mahal, como fizeram em Paris ???

Vanderlei Ochoa
19 de fevereiro de 2026 16:49

ESTADISTA LULA.

Sandro
19 de fevereiro de 2026 18:35
Responder para  Vanderlei Ochoa

rsrsrsrs

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