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Mundo Governo da Argentina promete repressão à greve geral contra a reforma trabalhista

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Além de prometer reprimir a greve, o governo também divulgou orientações específicas à imprensa diante da paralisação.

Foto: Reprodução
Além de prometer reprimir a greve, o governo também divulgou orientações específicas à imprensa diante da paralisação. (Foto: Reprodução)

O governo de Javier Milei anunciou que adotará medidas rigorosas durante a paralisação de 24 horas convocada pelo maior sindicato da Argentina contra a reforma trabalhista apoiada pelo presidente. Além de prometer reprimir a greve, o governo também divulgou orientações específicas à imprensa diante da paralisação.

Em comunicado, o Ministério da Segurança recomendou que jornalistas evitem se posicionar entre possíveis focos de confronto e as forças destacadas para a operação.

O texto também afirma que haverá reação em caso de episódios de violência e informa que a cobertura por parte dos profissionais de imprensa deverá ocorrer em uma “zona exclusiva” delimitada em ruas laterais à praça em frente ao Parlamento.

A reforma que motivou a greve propõe modernizar as relações de trabalho e reduzir o poder dos sindicatos e os custos trabalhistas. A fim de garantir os 37 votos necessários para sua aprovação no Senado, o governo — que conta com 20 senadores próprios — concordou em modificar alguns artigos a pedido da oposição.

A medida foi aprovada, ao contrário de outras iniciativas que naufragaram na Câmara depois que o governo deu como certo o apoio de outros blocos. O texto agora seguirá para a Câmara dos Deputados, que o debaterá em março e poderá fazer emendas ou revogar partes do projeto.

Os principais sindicatos do transporte de passageiros aderiram inicialmente ao protesto iniciado nesta quinta-feira: 255 voos foram cancelados, afetando 31 mil passageiros, segundo a companhia aérea Aerolíneas Argentinas. Trabalhadores portuários também participam da paralisação.

O ato acontece num momento de declínio da atividade industrial. Nos últimos dois anos, segundo fontes sindicais, mais de 21 mil empresas fecharam as portas; a crise também se estende ao encerramento de cerca de 300 mil postos de trabalho.

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Vanderlei Stefani
19 de fevereiro de 2026 16:00

Crise na Argentina: famílias vendem bens pessoais para conseguir comer

Fernando Krause
19 de fevereiro de 2026 15:50

O presidente Milei está tentando reconstruir um país devastado por décadas de atraso e falcatruas da esquerda argentina.

jose rodrigues de oliveira
19 de fevereiro de 2026 13:40

Cada Nação tem o governo que merece…! tem que ser assim…. a maioria elegeu esse presidente pelo voto direto…e democrático…agora aguenta…se quiserem mudança …na próxima eleição removam esse governo maléfico…oque não pode, é fazer o que essa GENTALHA GOLPISTA tentou fazer com o Brasil….!

Vanderlei Ochoa
19 de fevereiro de 2026 12:16

Quando forem votar na direita pensem duas vezes…três vezes ou mais. A direita está aí para tirar direitos e escravizar o povo.

Vitor
19 de fevereiro de 2026 13:49
Responder para  Vanderlei Ochoa

No tempo que a esquerda estava no poder a Argentina estava melhor?

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