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Mundo Reino Unido aceita que Estados Unidos usem bases britânicas para atacar instalações de mísseis iranianas

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O líder trabalhista afirmou, em um vídeo publicado nas redes sociais, que seu país não participará de ataques ofensivos. (Foto: Downing Street/X)

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou nesse domingo (1º) que aceitou que os Estados Unidos utilizem bases do Reino Unido para lançar ataques “defensivos” destinados a destruir mísseis iranianos e lançadores de mísseis.

O líder trabalhista afirmou, em um vídeo publicado nas redes sociais, que seu país não participará de ataques ofensivos.

“O Irã está aplicando uma estratégia de terra arrasada, por isso apoiamos a autodefesa coletiva de nossos aliados e de nosso povo na região”, indicou o primeiro-ministro.

Starmer acrescentou que a decisão de o Reino Unido não participar dos ataques contra o Irã foi deliberada, já que seu país acredita que “a melhor maneira de avançar para a região e para o mundo é uma solução negociada”.

Em uma declaração conjunta anterior feita neste domingo, Alemanha, França e Reino Unido declararam estar dispostos a adotar medidas defensivas contra o Irã para defender seus interesses e os de seus aliados no Golfo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse à revista “The Atlantic” nesse domingo que a nova liderança iraniana quer retomar as negociações e que ele concordou em dialogar.

“Eles querem conversar, e eu concordei em conversar, então vou falar com eles. Deveriam ter feito isso antes. Deveriam ter oferecido algo que era muito prático e fácil de fazer antes. Esperaram demais”, disse Trump.

Apesar disso, o republicano não quis detalhar quando deve ocorrer a conversa com representantes iranianos. Ao ser questionado se o contato aconteceria hoje ou amanhã, respondeu: “Não posso dizer isso”.

O presidente americano ainda disse acreditar na possibilidade de uma mudança interna no Irã. Apesar disso, Trump ressaltou que a situação continua delicada.

“Sabendo que é muito perigoso, sabendo que eu disse a todos para permanecerem onde estão — acho que é um lugar muito perigoso agora”, disse. “As pessoas lá estão gritando nas ruas de felicidade, mas, ao mesmo tempo, há muitas bombas caindo.”

Retomada 

Também nesse domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse à revista “The Atlantic” que a nova liderança iraniana quer retomar as negociações e que ele concordou em dialogar.

Segundo Trump, ele aceitou a conversa, no entanto, não deu detalhes sobre quando o encontro com representantes iranianos deve ocorrer.

O presidente norte-americano ainda disse acreditar na possibilidade de uma mudança interna no Irã. Apesar disso, Trump ressaltou que a situação continua delicada. (Com informações dos portais G1 e Metrópoles)

 

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