Domingo, 26 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 7 de junho de 2026
Por outro lado, governo avalia improvável acordo para tarifa de 12,5%
Foto: Alan Santos/PRO governo brasileiro está buscando um acordo tarifário com os Estados Unidos (EUA) que seja capaz de evitar que a Casa Branca adote a recomendação do USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA), que sugeriu a imposição de tarifa adicional de 25% sobre parte das importações oriundas do Brasil.
O governo avalia que é possível, apesar de difícil, chegar a um acordo tarifário que seja mais vantajoso, para ambos os países, do que a sobretaxa de 25% sugerida pelo USTR. Isso porque, entre outros motivos, os EUA têm superávit comercial com o Brasil.
A recomendação da USTR, tornada pública na última semana, é resultado de uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. O argumento usado é que o Brasil teria práticas “desleais” nas relações comerciais, o que incluiu ataques contra o Pix para favorecer empresas de pagamento estadunidenses.
O Brasil rebateu que os argumentos não são legítimos e que a decisão parte de uma tentativa de ingerência em assuntos internos, além de expressar o protecionismo comercial unilateral de Washington.
O governo vem questionando as tarifas adicionais dos EUA com o argumento de que a tarifa média aplicada pelo Brasil sobre as importações dos EUA é de 2,7%, o que não justificaria o argumento de que as empresas norte-americanas seriam prejudicadas no acesso ao mercado brasileiro.
Novo prazo
O Brasil agora trabalha com o prazo de 15 de julho para fechar um acordo tarifário. Essa foi a data fixada pela USTR para uma definição sobre o tema. Tal prazo ainda poderia, em tese, ser prorrogado.
Com isso, os negociadores brasileiros esperam ter mais tempo para um acordo, uma vez que o prazo inicial estipulado após a reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, em Washington, no mês passado, foi de 30 dias que terminam neste domingo (7).
Dificuldades das negociações
Entre as dificuldades da negociação, está o fato de os EUA estarem envolvidos em várias outras negociações tarifárias ao redor do mundo, além do conflito bélico que lidera no Oriente Médio contra o Irã.
Enquanto isso, o governo brasileiro avalia a conveniência de um novo encontro de Trump e Lula. Existe a possibilidade de os dois se encontrarem no G7, na França, entre os dias 15 a 17 de junho. Porém, não há ainda confirmação de um encontro bilateral.
Outra dificuldade para negociar com os EUA é que os norte-americanos costumam ter demandas muito amplas, o que abarcaria diversas reinvindicações em diferentes áreas.
Porém, por enquanto, o Brasil busca um acordo especificamente sobre questões tarifárias e comerciais, sem outras pautas que poderiam interessar os norte-americanos, como terras raras. Ao mesmo tempo, o governo afirma que o Pix não entra em qualquer negociação com Washington.
A tarifa de 12,5%
Por outro lado, a taxação adicional de 10% ou 12,5% imposta a 60 países sob o argumento de que essas nações não combateriam, de forma eficiente, o trabalho análogo à escravidão é vista pelo governo brasileira como feita para não ser negociada.
Como é uma taxação imposta a boa parte do planeta, ela teria mais o objetivo de recompor, sob novas bases legais e argumentativas, o tarifaço anterior derrubado pela Suprema Corte de Justiça dos EUA.
A nova taxa afeta, além do Brasil, os aliados históricos de Washington, como Japão, União Europeia, Canadá e Índia, além da Argentina, presidida por Javier Milei, que tem se posicionado sempre ao lado de Donald Trump nas questões internacionais.
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Quem sabe Lula e Trump sentados em uma mesa de bar, comendo um torresminho e tomando uma cervejinha não resolvem a questão?
Ou então:
O Brasil, tem que parar de se rebaixar e taxar eles também, assim fez a China!
O único projeto da extrema direita
O lulopetismo primeiro precisa convencer a justiça dos EUA que no Brasil traficantes são terroristas e não são “vítimas dos usuários”…
E isso é praticamente impossível o governo Trump acreditar…
Você sabia q os EUA são os maiores consumidores de drogas???
Verdade. O Brasil é uma das principais portas de saída de drogas das Américas. Segundo Lula, os “nossos criminosos” seriam, em certa medida, vítimas dos usuários. No entanto, são justamente as organizações criminosas que mais lucram com esse mercado ilícito. Haja paciência para aguentar os eleitores de Lula.
Só que o Brasil não produz drogas!! Essa é a diferença, eles deveriam ir aonde produzem drogas!
Vai pros EUA
A traição cobra seu preço: Lula avança, Flávio desaba
….Inundar os USA com Drogas…sim somos o maior País em trafico de Drogas.
….Fornecer Passaporte Diplomatico para Terrorist@as entrarem nos USA…
….Fornecer Uranio ….
….Usar OURO, roubado da Amazonia , para financiarTerrrorist@as.
….Trafico de Petroleo…
….Conspirar contra os USA…
….Cobrar TAXAS inaceitaveis de produtos comprados nos USA….Qdo vc chega nos USA…ninguem pede quantos celulares vc esta usando…
….Financiar e fomentar o crime Organizado…
…Criar, e coordenar movimentação financeira de Organizções criminosas.
…Criar e coordenar a Maior Organização NAR@OTERRORIST@ DO FORO DE SÃO PAULO….
ISSO ….SITANDO SÓ ALGUM CRIMES …
Boa viagem, otário
Essas pragas que moram e postam aqui, são contra o Brasil! Sempre um acordo e melhor para o país!
“Rebolando na morcela” ??? O pessoal EXTREMA ESQUERDA tem umas palavras estranhas pra defender o COMEDOR DE PACA.
O Painho tá louco pra entregar as pedras raras pro Trump não perseguir os “jovens” do PCC e do CV.
ESTADISTA LULA rebolando na morcela para desfazer o que os marginais foram fazer nos states para atingir o Brasil e o povo brasileiro. Essa direita golpista é insana.
“Rebolando na morcela”? 🤣