Segunda-feira, 02 de março de 2026
Por Redação O Sul | 2 de março de 2026
Ali Larijani rebate declarações do presidente americano e reforça postura de Teerã diante de Washington.
Foto: ReproduçãoO Irã não pretende negociar com os Estados Unidos, afirmou nesta segunda-feira (2) Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional em Teerã.
Em publicação na rede social X, Larijani negou que autoridades iranianas estejam dispostas a retomar conversas com o governo de Donald Trump após o início da onda de ataques americanos e israelenses contra o território do Irã. A escalada ocorreu no fim de semana, depois de uma série de negociações entre Teerã e Washington.
Múltiplas explosões foram ouvidas, nesta madrugada, em Teerã, capital do Irã, e também nas cidades de Karaj e Sanandaj, segundo a mídia estatal iraniana. O Exército israelense também afirmou que lançou, nesta segunda-feira, uma onda de ataques contra o Hezbollah “em todo o Líbano”, após disparos de foguetes reivindicados pelo grupo apoiado pelo Irã.
No domingo, Trump afirmou à revista The Atlantic que líderes iranianos teriam demonstrado interesse em retomar o diálogo e que ele concordara com a iniciativa. “Eles querem conversar e eu concordei, então vou falar com eles”, disse o presidente.
Larijani, porém, negou a informação e reforçou que o Irã não tem intenção de negociar. Nas redes sociais, o iraniano foi enfático ao afirmar “não negociaremos com os Estados Unidos”.
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Ontem vi na televisão iranianos no Canadá comemorando o fim do regime dos Aiatolás (pelo menos eles esperam)… com faixas “Thank you Trump”…
Autodeterminação dos povos. Cada povo tem de lutar pelo seu país. O que o tio sam e o judeu assassino de crianças e civis estão fazendo é um crime internacional.
Cedo ou tarde, naturalmente os atuais líderes do Irã terão que negociar uma saída pacífica, que liberte o povo iraniano das amarras de seu regime ditatorial. Não há mais para onde correr, o desgaste da atual gestão iraniana é muito grande, tanto que ocorrem celebrações públicas do povo iraniano, comemorando a ação americana.
Foram empurradas para a parte debaixo dos sites dos jornais americanos as notícias sobre o caso Epstein. O que importa agora é a guerra. Trump tem armas para que quase tudo o que o implica com o pedófilo seja esquecido, enquanto mata aiatolás e crianças no Irã.