Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 6 de março de 2016
Com a “Carta do Sul”, o PMDB de RS, SC, PR e MS passam a defender que a sigla deixe a base do governo Dilma. Reunidos no sábado, em Porto Alegre, foi recorrente nos discursos essa posição e que o partido retome o projeto de candidatura própria à presidência da República. Também pediram a recondução de Michel Temer ao comando nacional da sigla, na Convenção do dia 12 deste mês, em Brasília.
Parafraseando Benjamin Franklin, o presidente da seção gaúcha, Ibsen Pinheiro reproduziu a famosa frase: “Onde estiver a liberdade, aí está minha pátria”. “Cumprida a tarefa histórica de sepultar o regime militar, neste momento de incerteza temos o papel condutor da superação da crise econômica e moral”. O senador Roberto Requião, presidente do PMDB-PR, reafirmou a necessidade da construção de um programa para o Brasil e apresentou documento elaborado por ele e outros líderes partidários, com a participação de economistas e que será levado à Convenção Nacional.
O ex-governador gaúcho Germano Rigotto alertou, que neste momento, a legenda precisa ter responsabilidade para não colocar “mais combustível na crise”, mas foi combatente ao exigir a saída do governo e a candidatura própria ao Planalto: “Chega de ser vagão quando temos que ser locomotiva. A hora é agora!”.
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