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Economia Pesquisa Datafolha: percentual de brasileiros que veem piora na economia sobe para 46%

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Os dados também mostram que 35% dos entrevistados acreditam que a economia vai piorar nos próximos meses, enquanto 30% preveem um avanço. (Foto: Reprodução)

A parcela dos brasileiros que enxerga uma piora na economia do País ao longo dos últimos meses cresceu, de acordo com dados da pesquisa Datafolha divulgados nessa terça-feira (10). O percentual dos que avaliam que a situação financeira do país se agravou subiu dos 41% registrados em dezembro para os 46% contabilizados agora. O aumento da percepção negativa também reverteu, em parte, a melhora captada no final do ano passado e destoa dos índices gerais de quedas do desemprego e da inflação.

O resultado é considerado intermediário entre o mais baixo índice de insatisfação com a economia contabilizado para a atual gestão (os 35% registrados ao longo de 2023) e o mais alto (55% vistos na rodada da pesquisa de abril do ano passado). No comando do ministério da Fazenda desde o início do governo, Fernando Haddad (PT) deverá deixar a pasta na semana que vem. Ele é cotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para disputar o comando do governo de São Paulo.

O levantamento feito pelo Datafolha também mostrou que hoje a percepção negativa se aproxima dos 46% em todas as faixas de renda, com exceção dos entrevistados com renda familiar acima de dez salários mínimos, grupo no qual o índice chega a 69%.

Os percentuais também superam a média geral entre evangélicos (57%), empresários (65%) e eleitores que pretendem votar no senador e pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro (77%). A pesquisa também mostrou que o índice dos que consideram que a situação econômica do país melhorou decaiu dos 29% registrados em dezembro para 24%.

Os dados também mostram que 35% dos entrevistados acreditam que a economia vai piorar nos próximos meses, enquanto 30% preveem um avanço. Além disso, 33% responderam que sua situação financeira pessoal está pior nos últimos meses, ante os 30% que identificaram uma melhora. O levantamento também mostra que 48% avaliam que o desemprego, que caiu para 5,4% e atingiu o menor número histórico desde o ano passado, vai aumentar, enquanto 21% afirmaram que ele tende a diminuir.

Outros 61% dos entrevistados também relataram esperar por um aumento da inflamação nos meses seguintes ante os 11% que responderam que ela deverá diminuir e 23% que afirmaram que ela permanecerá como está. A edição publicada ontem do Boletim Focus, que concentra as previsões do Banco Central, não trouxe mudanças na perspectiva da inflação para o ano, mantida em 3,91%, mesmo diante dos efeitos da guerra no Oriente Médio.

O instituto ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em 137 municípios do país entre os dias 3 e 5 de março. A margem de erro considerada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. As informações são do jornal O Globo.

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