Domingo, 16 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 14 de abril de 2026
O ex-deputado é acusado de articular sanções contra autoridades brasileiras
Foto: ReproduçãoO ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) não compareceu ao interrogatório convocado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na tarde dessa terça-feira (14), no âmbito da ação penal em que responde por coação no curso do processo. Com a ausência, o andamento do caso segue normalmente e poderá avançar para as fases finais que antecedem o julgamento, conforme o rito previsto na legislação.
Eduardo é acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de ter atuado para atrapalhar, de forma intencional, o andamento do processo judicial que julgava a tentativa de golpe de Estado atribuída a seu pai, Jair Bolsonaro, e a outros envolvidos na chamada trama golpista de 2022. A acusação sustenta que houve interferência indevida com o objetivo de influenciar o desfecho da ação.
Na avaliação da PGR, a iniciativa do ex-deputado de solicitar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotasse medidas contra o Brasil, caso Jair Bolsonaro não fosse absolvido, configura tentativa de obstrução da Justiça. Para o órgão, esse tipo de articulação externa poderia representar pressão indevida sobre instituições brasileiras, ainda que realizada fora do território nacional.
O interrogatório integra a fase de instrução do processo, etapa em que são colhidos depoimentos de réus e testemunhas, além da produção de provas. Trata-se de um momento considerado central para o esclarecimento dos fatos e para a formação do convencimento judicial. Na fase anterior, Eduardo também optou por não se manifestar e não indicou uma defesa formal constituída no Brasil, enquanto permanece vivendo nos Estados Unidos em situação descrita como autoexílio.
Com o encerramento da fase de oitiva, o relator do processo no STF, ministro Alexandre de Moraes, deverá abrir o prazo legal para a apresentação das alegações finais. Nessa etapa, tanto a PGR quanto a defesa poderão expor seus argumentos de forma conclusiva antes do julgamento. No caso de Eduardo Bolsonaro, diante da ausência de advogados constituídos no país, a representação processual está sendo realizada pela Defensoria Pública da União, conforme previsto para situações desse tipo.
Eduardo Bolsonaro reside nos Estados Unidos desde o ano passado e teve seu mandato na Câmara dos Deputados encerrado em razão do excesso de faltas nas sessões deliberativas da Casa. Como não foi localizado para receber pessoalmente a notificação do processo, o ex-parlamentar foi citado por edital, mecanismo utilizado quando não há possibilidade de comunicação direta, por meio de publicação oficial que formaliza sua ciência sobre a ação penal. (Com informações do portal InfoMoney)
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Foi melhor né Dudu porque senão você teria mandado o STF e o véio da PGR tomar no orifício rugoso.
É melhor o dudu ficar de 4 pro laranjão pedófilo
Modus operandi da família do presidiário…
Covarde, canalha e golpista. Belas características dos bolsonaros.
Outro vagabundo fugitivo da laia do ramagem
Dudu faz o quer e não está nem aí com processos. Ele volta, pega habeas corpus e concorre a deputado e o eleitor trouxa vota nele. Aí a urna é confiante.
Como tem o eleitor trouxa que vota na familicia.