Segunda-feira, 04 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 4 de maio de 2026
A proposta é defendida por sindicatos de trabalhadores e criticada por empresários
Foto: Tomaz Silva/Agência BrasilO governo federal lançou no domingo (3) uma campanha nacional pelo fim da escala de trabalho 6×1 sem redução de salários. O objetivo da proposta, segundo o Palácio do Planalto, é “garantir mais tempo para a vida além do trabalho, tempo com a família, para o lazer, para a cultura e para o descanso”.
Pelo menos 37 milhões de trabalhadores podem ser beneficiados com a redução. “A garantia do descanso ainda tem impacto positivo sobre a economia, estando alinhada com uma visão moderna de desenvolvimento, que combina produtividade, bem-estar e inclusão social “, afirmou a Secom (Secretaria de Comunicação Social).
A proposta do governo em análise no Congresso estabelece um novo limite de jornada em 40 horas semanais e mantém as oito horas diárias de trabalho, inclusive para trabalhadores em escalas especiais. Com isso, os trabalhadores terão assegurados dois dias de repouso semanal de 24 horas consecutivas, preferencialmente aos sábados e domingos.
O modelo de cinco dias de trabalho para dois dias de descanso poderá ser definido em negociação coletiva, respeitando as peculiaridades de cada atividade. A proposta é defendida por sindicatos de trabalhadores e criticada por empresários.
Campanha
Com o slogan “Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito”, a campanha pelo fim da escala 6×1 será veiculada em canais de mídia digital, televisão, rádio, jornais, cinema e na imprensa internacional.
“A proposta é conscientizar empregados e empregadores que reduzir a escala é defender o convívio do trabalhador com sua família, é defender a família brasileira, é valorizar o trabalho, mas, também, a vida além do trabalho” apontou a Secom.
“Jornadas mais equilibradas tendem a reduzir afastamentos, melhorar o desempenho e diminuir a rotatividade”, prosseguiu a secretaria.
No dia 14 de abril, o governo federal encaminhou ao Congresso um projeto de lei alterando a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). A proposta, que tramita com urgência constitucional, reduz o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garante dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial. Na prática, o texto coloca fim à escala 6×1.
A iniciativa tramita em conjunto com outras propostas no Congresso Nacional, que criou uma comissão especial para analisar uma PEC (proposta de Emenda à Constituição) sobre o tema. O colegiado tem como presidente o deputado Alencar Santana (PT-SP). A relatoria cabe ao deputado Leo Prates (Republicanos-BA).
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Ótimo. A vida é uma passagem. Pensar só no trabalho em detrimento da vida familiar, intelectual, social e emocional é absurdo. Vejam como trabalham pouco 4 X 3 deputados e senadores. Porque o trabalhador tem que se matar de trabalhar e o pior ganha pouco.
Viva o projeto 5 X 2 esse é adequado a todos ricos e pobres.
E verdadeiro, quanto mais se trabalha, mais se ganha, porque são pagos horas extras, quem quer crescer na vida não pode recusar trabalho e nem dia, só assim vai envelhecer independente de governo e parentes. Sem falar que a parte financeira é a base de tudo. Fico impressionada com a preguiça das pessoas.
Trata-se de uma proposta eleitoreira em favor dessa pessoa que há mais de 50 anos vem agitando e mentido de forma negativa os pobres brasileiros desinformados. Os trabalhadores verão que foram enganados.
Um país que está na merda, um povo endividado e querem ficar em casa? Esse populismo custa para o bolso do empresário que emprega e paga impoistos, um país nunca vai se desenvolver ficandoem casa , sem dinheiro e as empresas paradas.
Não é só o empresário, é toda população atingida com impostos, seja dos combustíveis ou compras no supermercado. Nem falo em outros impostos.
A China e a esquerda antissemita & nazista agradecem!
Propaganda de um governo pobre que só pensa a reeleição, esse 9 dedos é muito esperto , tem que tirar esse senil .
Eu quero trabalhar menos sem perder renda, mas também quero o pleno emprego e a qualificação da mão de obra.
O lulopetismo e seus puxadinhos “socialistas” associados querem contaminar o Brasil que trabalha, produz e os sustenta com a farra de Brasília…