Quarta-feira, 22 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 20 de julho de 2026
A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) manifestou nessa segunda-feira (20) preocupação com a iminente aplicação de tarifas adicionais pela China sobre as importações de carne bovina brasileira, em razão do esgotamento da cota anual destinada ao Brasil. “Na prática, o limite de exportações já se encontra comprometido pelos embarques realizados e em trânsito, o que poderá elevar a tributação para 67% sobre os volumes excedentes”, aponta a Fiergs.
Segundo a entidade, “a medida reduz a competitividade da carne bovina brasileira, cria incertezas para a indústria frigorífica e poderá afetar diretamente a cadeia produtiva gaúcha, exigindo o redirecionamento de parte da produção para outros mercados em um cenário internacional cada vez mais competitivo”.
“Em 2025, o Rio Grande do Sul exportou US$ 309,7 milhões em carne bovina para o mundo. A China foi o principal destino das exportações gaúchas do setor, respondendo por 41,9% do total embarcado. A nova restrição poderá impactar diretamente a indústria frigorífica, os produtores rurais, o emprego e a geração de renda no Estado”, destaca a federação.
Para o presidente da Fiergs, Claudio Bier, é fundamental que o governo brasileiro intensifique o diálogo com as autoridades chinesas para buscar uma solução compatível com a importância da parceria comercial entre os dois países. “O Brasil consolidou-se como um fornecedor estratégico e confiável para atender à crescente demanda chinesa por alimentos. Esperamos que prevaleça o diálogo para a renegociação dos volumes das cotas, adequando-as à atual capacidade exportadora brasileira e às necessidades do mercado asiático. Uma solução negociada preserva a competitividade da indústria, garante segurança ao abastecimento e fortalece uma relação comercial de interesse mútuo”, afirma Claudio Bier.
A Fiergs informou ainda que “acompanhará a evolução das negociações e reforça a importância de uma atuação coordenada entre governo e setor produtivo para preservar a competitividade das exportações brasileiras e minimizar os impactos sobre a indústria do Rio Grande do Sul”.
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O ladrão diz que é culpa do Bolsonaro.
O mundo não é um lugar justo e existem pessoas que não sabem como lidar com a frustração, mas tudo é culpa do Bolsonaro?
Se está excedendo a produção da carne, o mercado interno é muito grande, deixe de ser gananciosos e baixe o preço que ninguém vai perder carne nenhuma, até parece que não sabem disso!
Olha, temos aqui uma expert em economia!!
SQN
Vai amerda não te perguntei nada! Acabei de denunciar um valalentao, que gosta de chingar mulher! Cai fora abutre!