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Política Senador Jaques Wagner diz que vai “provar inocência” após ministro do Supremo retirar sigilo de investigação que apura suspeitas no caso Master

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Wagner afirmou que o inquérito seguirá seu curso e disse estar concentrado na campanha pela reeleição ao Senado.

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Defesa do senador afirma que ele nunca atuou em favor da instituição financeira e sustenta que o imóvel citado pela PF jamais integrou seu patrimônio. (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

O senador Jaques Wagner (PT-BA) afirmou nesta sexta-feira (31) que está “tranquilo” e disse ter certeza de que conseguirá provar sua inocência nas investigações da Operação Compliance Zero, que apura um suposto esquema de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça relacionado ao Banco Master. A declaração foi dada um dia após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, retirar o sigilo da decisão que autorizou medidas de investigação contra o parlamentar.

Em entrevista à Rádio Baiana FM, Wagner afirmou que o inquérito seguirá seu curso e disse estar concentrado na campanha pela reeleição ao Senado.

“Eu tenho certeza de que vou provar a minha inocência. O inquérito, evidentemente, demora um tempo. Eu agora estou focado na eleição. Quero lhe dizer que eu estou muito tranquilo. Como diz o presidente Lula, só quem sabe o que você fez é você mesmo. Eu sei o que eu fiz, eu estou tranquilo”, afirmou.

Na quinta-feira (30), André Mendonça retirou o sigilo da decisão que autorizou, em junho, a nona fase da Operação Compliance Zero. A medida permitiu à Polícia Federal acessar dados dos celulares de Jaques Wagner e do empresário Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master.

Segundo a decisão, a Polícia Federal sustentou que as conversas entre Wagner e integrantes do núcleo investigado ocorriam, em sua maioria, por ligações telefônicas e mensagens de áudio, o que justificaria o acesso aos aparelhos para aprofundar as investigações. Os investigadores também apontaram risco de vazamento da operação, afirmando que um dos alvos procurou o gabinete do ministro no mesmo dia em que foram apresentados os pedidos de medidas cautelares.

A investigação apura suspeitas de que Jaques Wagner teria atuado em defesa de interesses do Banco Master no Congresso Nacional em troca de vantagens indevidas, entre elas um apartamento de luxo em Salvador e repasses financeiros a empresas ligadas a familiares.

A defesa do senador nega as acusações, afirma que ele jamais atuou em favor da instituição financeira e sustenta que o imóvel citado pela investigação nunca integrou seu patrimônio.

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vanderlei stefani
2 de agosto de 2026 12:50

🏢 EMPRESA SEM FUNCIONÁRIOS, MAS COM R$ 15,5 MILHÕES EM SAQUES? 🏢 A PF descobriu um esquema que desafia a lógica: duas empresas ligadas ao deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) não possuem funcionários nem veículos registrados, mas movimentaram R$ 15,5 milhões em saques em espécie. Só a EJUS e a Foco Engenharia realizaram 22 saques que somam R$ 4,7 milhões. No grupo empresarial como um todo, foram 81 saques, totalizando R$ 15.542.386,00. A investigação também aponta que o imóvel usado para justificar os R$ 470 mil apreendidos com Sóstenes só foi transferido após a operação da PF. 🔴 Como uma empresa… Leia mais »

Fernando Krause
1 de agosto de 2026 20:02

Cumpanhero “galego” tá igual ao acarajé: frito em pouco óleo…

vanderlei stefani
1 de agosto de 2026 10:21

André Mendonça achou que iria encurralar o Lula ao liberar a PF para investigar o lulinha em plena campanha eleitoral. Aí, o Lula, ao invés de falar igual Bolsonaro que iria trocar ministro para proteger a família dele, disse que o lulinha vai ter que provar sozinho que é inocente

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