Domingo, 23 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 22 de agosto de 2026
A primeira-dama Janja Lula da Silva colocou as mulheres no centro do discurso durante agenda de campanha no Rio de Janeiro, nesse sábado (22), ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em uma fala direcionada especialmente às eleitoras, Janja destacou o papel feminino nas eleições, defendeu políticas de proteção e oportunidades para mulheres e afirmou que elas voltarão a ter peso decisivo na definição dos rumos do país.
Ao saudar as “queridas mulheres cariocas”, a primeira-dama fez uma homenagem à ex-senadora Benedita da Silva, apontada por ela como símbolo da trajetória de mulheres negras na política brasileira. Janja relembrou marcos da carreira da aliada, como a eleição para vereadora, a participação na Assembleia Constituinte, o mandato no Senado e o fato de ter sido a primeira mulher negra a governar um estado brasileiro.
“Bené, você representa muito, você traz com você nossa ancestralidade”, afirmou Janja, ao defender a eleição de Benedita para o Senado e dizer que ela poderá representar “com muito orgulho as mulheres do Rio de Janeiro e as mulheres do Brasil”.
A primeira-dama também citou a vereadora Marielle Franco como exemplo de resistência e luta por direitos. Segundo Janja, mesmo após ter sido assassinada, Marielle continua inspirando mulheres, jovens e meninas. Ela associou a trajetória da parlamentar às mulheres que trabalham, estudam, criam os filhos e netos, atuam em suas comunidades e movimentam a cultura, a ciência e a política fluminense.
Ao longo do discurso, Janja reforçou a importância do eleitorado feminino e afirmou que as mulheres serão novamente fundamentais para o resultado eleitoral. “Nós mulheres somos as guardiãs da democracia brasileira”, disse.
Ela lembrou que, em sua avaliação, as mulheres tiveram papel decisivo na eleição de Lula em 2022 e afirmou que o grupo voltará a ser determinante na escolha do futuro do país. Para Janja, a disputa envolve também o Brasil que será construído para as próximas gerações de mulheres.
A primeira-dama defendeu um país em que meninas possam crescer “livres, sem medo” e com oportunidades. Entre as prioridades citadas por ela estão o enfrentamento ao feminicídio e às demais formas de violência contra mulheres e meninas, políticas de saúde voltadas às mulheres em todas as fases da vida e medidas que permitam conciliar trabalho e responsabilidades familiares.
Janja também defendeu a ampliação das escolas em tempo integral, argumentando que a medida pode oferecer mais oportunidades às crianças e, ao mesmo tempo, permitir que mães trabalhem, estudem e desenvolvam seus projetos.
A segurança pública também entrou no discurso. Janja afirmou que o enfrentamento à violência deve envolver a atuação do Estado contra o crime organizado e, ao mesmo tempo, a criação de oportunidades para crianças e jovens. Segundo ela, o objetivo é evitar que adolescentes sejam atraídos pelo crime e garantir condições para que possam permanecer na escola, praticar esportes, participar de atividades culturais, aprender uma profissão e projetar um futuro.
Em defesa do governo Lula, a primeira-dama afirmou que o presidente tem uma atuação voltada especialmente para quem mais precisa e procurou associá-lo diretamente às demandas das mulheres. Ela citou trabalhadoras de diferentes regiões do Rio de Janeiro, incluindo moradoras da zona norte, da zona oeste e de comunidades como Maré, Rocinha, Alemão, Cidade de Deus, Acari e Manguinhos.
Janja também reforçou a mensagem de que Lula estaria ao lado das mulheres que enfrentam longas jornadas, sustentam famílias, movimentam negócios e comunidades e buscam melhores condições de vida. (Com informações do Correio Braziliense)
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O jornal, deveria excluir esses agressores de mulheres!!! Até quando????
Dilma, janjah, gleise, Erundina….chega né
Mulheres de esquerda são um verdadeiro atraso no desenvolvimento do Brasil!