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Economia Arrecadação do governo federal com impostos somou R$ 289,3 bilhões em julho deste ano

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Receita soma R$ 1,876 trilhão nos sete primeiros meses de 2026

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Receita soma R$ 1,876 trilhão nos sete primeiros meses de 2026. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Beneficiada pelo crescimento da economia e por aumentos recentes de tributos, arrecadação federal alcançou R$ 289,3 bilhões em julho de 2026, segundo dados divulgados pela Receita Federal nesta terça-feira (25). O resultado representa uma alta de 8,97% acima da inflação em relação ao mesmo mês de 2025, com recorde para o mês.

No acumulado de janeiro a julho, o governo federal arrecadou R$ 1,876 trilhão. Ao descontar a inflação do período, o crescimento real foi 6,98% em relação aos mesmos meses do ano passado.

Entre os principais fatores apontados pela Receita Federal para o desempenho estão:

• aumento da arrecadação da contribuição para a Previdência Social;

• crescimento das receitas com PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), que refletem o aumento das vendas;

• alta na arrecadação do IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte) sobre rendimentos do capital;

• avanço da arrecadação do IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica), imposto pago pelas empresas;

• aumento da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), contribuição sobre o lucro das empresas.

Sequência de recordes

A arrecadação federal vem registrando sucessivos recordes mensais desde o ano passado. Em 2025, o governo federal elevou a tributação sobre diferentes operações com o objetivo de reforçar as receitas e contribuir para o equilíbrio das contas públicas.

Entre as medidas adotadas estiveram mudanças no IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e na tributação de bets e fintechs. As alterações relacionadas às duas últimas categorias foram posteriormente aprovadas pelo Congresso Nacional.

Divulgação dos dados

A Receita Federal havia informado, no início da manhã desta terça-feira, que a divulgação dos números de julho seria adiada por questões logísticas. No entanto, os dados foram publicados na página oficial do Fisco às 11h17.

A divulgação ocorre em meio ao acompanhamento das contas públicas e da evolução das receitas federais ao longo de 2026.

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17 Comentários
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Glaucio dos Santos Brum
26 de agosto de 2026 11:00

De que adianta uma arrecadação dessas quando um governo perdulário e corrupto gasta mal e mais do que arrecada? Enquanto lá em cima vivem à la farta, o trabalhador paga a conta, cada vez mais cara.

vanderlei stefani
26 de agosto de 2026 10:19

Há quase 100 dias sem explicar Vorcaro, Flávio é blindado por Mendonça enquanto mídia bombardeia Lulinha

Eloa Guten não falei isso antes, porque não q
26 de agosto de 2026 07:29

Isso foi o aumento dos impostos, não tem nada haver com empregos , até tu mentindo?? Ninguém é bobo. Da uma olhadinha na nota fiscal, quando tu faz compras no supermercado!

Glaucio dos Santos Brum
26 de agosto de 2026 14:36

Não esqueça que o ministro Fernando Haddad criou e majorou 37 impostos e tem gente (creio que seja masoquista) que ainda aplaude.

ochoavanderlei@gmail.com
26 de agosto de 2026 08:21

Bom. Tem gente que gosta dos olhos e tem gente que gosta da reméla. Fazer o quê?

Eloa Guten não falei isso antes, porque não q
26 de agosto de 2026 14:05

Fazer o que? Não mentir, porque ninguém é bobo! E só olhar o absurdo de impostos que pagamos em qualquer compra!

ochoavanderlei@gmail.com
26 de agosto de 2026 06:10

Arrecadação federal soma R$ 1,6 trilhão e bate recorde
Este vídeo do YouTube mostra dados práticos e recentes da Receita Federal detalhando como o crescimento econômico e do emprego impulsionam os números da arrecadação no Brasil.

ochoavanderlei@gmail.com
26 de agosto de 2026 06:07

​2. Aumento do Consumo e dos Impostos Sobre Vendas ​Trabalhadores empregados consomem mais bens e serviços no dia a dia: ​PIS/Cofins: Incidem diretamente sobre o faturamento de empresas que vendem produtos e prestam serviços, gerando alta expressiva de receita. ​IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados): A compra de eletrodomésticos, veículos e bens de consumo industrializados eleva o recolhimento deste imposto. ​3. Crescimento dos Lucros Empresariais ​A economia em alta faz as empresas venderem mais e obterem maiores margens de lucro: ​IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica): As empresas pagam mais tributos proporcionais ao lucro obtido. ​CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro… Leia mais »

ochoavanderlei@gmail.com
26 de agosto de 2026 06:06

Quando a economia cresce e a taxa de emprego aumenta, a arrecadação federal sofre um impacto altamente positivo. Esse fenômeno cria um círculo virtuoso nas contas públicas, onde a maior atividade econômica gera mais base de cálculo para a cobrança de impostos e contribuições. ​Os principais efeitos na arrecadação do governo federal ocorrem por meio de três canais diretos: ​1. Aumento na arrecadação sobre a Renda e Folha de Pagamento ​Com mais pessoas empregadas e com carteira assinada, o volume total de salários na economia (massa salarial) expande: ​Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF): A Receita Federal arrecada imediatamente… Leia mais »

ochoavanderlei@gmail.com
25 de agosto de 2026 21:31

Economia funcionando. Milhões de novos empregos. Consumo. sobe. Dinheiro circulando. Produtores vendem maus. Indusproduz mais e por isso sobe a arrecadação. Parabéns ESTADISTA LULA.

Vitor
26 de agosto de 2026 11:26

Fui no mercado e sim, os preços se mantemos… mas as QUANTIDADES diminuem… daí é fácil dizer que os preços estão em controle, né?

Box1
26 de agosto de 2026 05:30

Para de beber o cachaceiro! Kkkk

ochoavanderlei@gmail.com
26 de agosto de 2026 06:12
Responder para  Box1

PASPALHO

Arrecadação federal soma R$ 1,6 trilhão e bate recorde
Este vídeo do YouTube mostra dados práticos e recentes da Receita Federal detalhando como o crescimento econômico e do emprego impulsionam os números da arrecadação no Brasil.

Paulo
26 de agosto de 2026 08:23

Chega a ser ridículo os defensores do cachaceiro defenderem o aumento dos impostos. O bom é que atinge a todos, mas eles ficam felizes com isso. Eu, como muitos, fico indignado porque no governo anterior reduziu-se os impostos, a arrecadação subiu. O crescimento econômico estava a galope, mesmo com a pandemia. 2019: Alta de 1,2% (início de governo com ritmo fraco). 2020: Queda de 3,3% (forte recessão global gerada pela pandemia de COVID-19). 2021: Alta de 4,8% (forte recuperação no pós-pandemia). 2022: Alta de 3,0% (avanço na reta final do governo). Enquanto isso, na gestão do molusco, a redução do… Leia mais »

Fabiano
26 de agosto de 2026 08:44
Responder para  Paulo

Não adianta, o país pode estar aos pedaços que os acéfalo vão votar igual no ladr@o… Certamente são beneficiados com algum benefício do pagador de impostos… Sempre irão efender o painho.

Eloa Guten não falei isso antes, porque não q
26 de agosto de 2026 14:09
Responder para  Fabiano

O problema é que nenhum candidato tem problema de governo, chega ser vergonhoso o que eles falam!

Eloa Guten não falei isso antes, porque não q
26 de agosto de 2026 14:09

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