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Economia Desemprego no Brasil cai para 5,3%

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No trimestre encerrado em julho, o Brasil tinha 5,8 milhões de pessoas desempregadas

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
No trimestre encerrado em julho, o Brasil tinha 5,8 milhões de pessoas desempregadas. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,3% no trimestre encerrado em julho, de acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (27) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Essa é a menor taxa para o período desde o início da série histórica, em 2012. O resultado representa uma queda de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, encerrado em abril, quando a desocupação estava em 5,8%.

Na comparação com o mesmo período do ano passado (maio a julho de 2025), a queda foi de 0,3 ponto percentual, já que a taxa era de 5,6%.

No trimestre encerrado em julho, o Brasil tinha 5,8 milhões de pessoas desempregadas, uma queda de 8% em relação aos três meses anteriores, quando havia 6,3 milhões de pessoas procurando trabalho.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, havia 299 mil desempregados a menos, uma queda de 4,9%.

Enquanto isso, o número de pessoas trabalhando no País chegou a 103,3 milhões, o maior já registrado pelo IBGE. Em relação ao trimestre anterior, foram 1 milhão de trabalhadores a mais. Na comparação com o ano passado, o aumento foi de 0,9%.

Com mais gente empregada, também aumentou a parcela da população em idade de trabalhar que está ocupada. Esse índice, chamado de nível de ocupação, ficou em 58,9%, acima do registrado no trimestre anterior (58,4%).

Outro indicador que melhorou foi o de subutilização da força de trabalho, que reúne pessoas desempregadas, as que gostariam de trabalhar mais horas e aquelas que desistiram de procurar emprego, embora ainda quisessem trabalhar. A taxa ficou em 13% no trimestre encerrado em julho.

Ao todo, 14,9 milhões de brasileiros estavam nessa situação. O número caiu em 819 mil pessoas em relação ao trimestre anterior e em 1,2 milhão na comparação com o mesmo período do ano passado.

O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (sem contar os empregados domésticos) chegou a 39,4 milhões, o maior já registrado pelo IBGE. O total ficou praticamente estável em relação ao trimestre anterior e ao mesmo período do ano passado.

Já o número de empregados sem carteira assinada no setor privado aumentou para 13,8 milhões, com alta de 477 mil pessoas em relação ao trimestre anterior. Na comparação anual, o contingente permaneceu praticamente estável.

Somando trabalhadores com e sem carteira assinada, o setor privado empregava 53,2 milhões de pessoas, também um recorde da série histórica.

O número de trabalhadores por conta própria ficou em 26,1 milhões, sem mudanças significativas no trimestre e no ano. Já o total de trabalhadores domésticos foi de 5,4 milhões, estável em relação ao trimestre anterior, mas 236 mil pessoas a menos do que no mesmo período de 2025.

A taxa de informalidade, que inclui trabalhadores sem carteira assinada, autônomos sem CNPJ e outras formas de ocupação informal, ficou em 37,5% da população ocupada.

Isso representa 38,8 milhões de trabalhadores em situação de informalidade, um percentual praticamente estável em relação aos últimos trimestres.

Renda

O rendimento médio dos trabalhadores ficou em R$ 3.762 por mês. O valor permaneceu praticamente estável em relação ao trimestre anterior, mas foi 3,3% maior do que no mesmo período do ano passado.

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8 Comentários
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ochoavanderlei@gmail.com
27 de agosto de 2026 13:16

Brasil melhorando a cada dia. Vamos interromper esse ciclo virtuoso, elegendo a direita golpista?? Pois é. Rede pampa bota seus comentaristas no rádio para dar contra e tentar desprezar o governo. Eleiifoesvem aí. Temos que pensamento bem no assunto.

MIRO
27 de agosto de 2026 13:14

IBGE LULISTA É CRIMINOSO……É o primeiro que deve ser Preso , quando acabar esta ditadura de merda

Box1
27 de agosto de 2026 12:02

Quando cai o Pix fala bem, quando atrasa falam mal ! 🤣🤣🤣

jorge schroder
27 de agosto de 2026 11:42

Vai que alguém acredite…. Se considerar os Bolsa Família a coisa fica feia, mas os aloprados insistem em dizer que só quem procura emprego está desempregado….

Fernando Krause
27 de agosto de 2026 11:35

Alguém, em sã consciência e no uso sábio das suas faculdades mentais, ainda acredita nos “fantásticos” números que o mentiroso lulopetismo joga aos 4 ventos para enganar incautos ???
Só os jumentopatas aloprados…

Caio Azevedo
27 de agosto de 2026 11:37
Responder para  Fernando Krause

Somente essa Alice abaixo….

ochoavanderlei@gmail.com
27 de agosto de 2026 11:15

Pleno emprego. Dinheiro circulando. Consumo aumentando. Governos estaduais, municipais e federal arrecadando mais. Esse é o ciclo virtuoso da economia. Parabéns ESTADISTA LULA.

Caio Azevedo
27 de agosto de 2026 11:37

Esse sujeito não pode ser levado à sério…

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