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Economia Dólar cai e fecha a R$ 5,21 com dados de emprego e preço do petróleo no radar; Bolsa sobe

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O Ibovespa chegou a oscilar entre 181.562,24 pontos, na mínima, e 183.951,05 pontos, na máxima.

Foto: Freepik
O Ibovespa chegou a oscilar entre 181.562,24 pontos, na mínima, e 183.951,05 pontos, na máxima. (Foto: Freepik)

O dólar comercial caiu nesta terça-feira (29) e fechou cotado a R$ 5,217, com recuo de 0,16%. No mercado acionário, o Ibovespa subiu 0,46%, aos 183.827,59 pontos. Os investidores acompanharam dados do mercado de trabalho no Brasil e nos Estados Unidos, além da movimentação dos preços do petróleo no exterior.

O Ibovespa chegou a oscilar entre 181.562,24 pontos, na mínima, e 183.951,05 pontos, na máxima. A alta desta terça-feira interrompeu uma sequência de quatro sessões consecutivas de queda do principal índice da Bolsa brasileira.

No câmbio, o dólar chegou a ser negociado abaixo de R$ 5,20 durante o pregão, mas recuperou parte das perdas ao longo do dia. A moeda encerrou a sessão a R$ 5,217 na venda.

No Brasil, a taxa de desemprego ficou em 5,3% no trimestre encerrado em agosto, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado representa o menor nível da série histórica iniciada em 2012. O mercado também acompanhou os números do Caged, que apontaram a criação de 165.827 empregos formais em agosto.

Os indicadores mostraram um mercado de trabalho ainda aquecido, com reflexos sobre as expectativas para a trajetória dos juros. Uma atividade econômica mais resistente pode influenciar as projeções para a inflação e, consequentemente, as decisões do Banco Central sobre a taxa Selic.

Também foram acompanhados os dados de crédito divulgados pelo Banco Central. As concessões de crédito cresceram em agosto, enquanto os níveis de endividamento e inadimplência permaneceram no radar dos investidores.

No exterior, os dados econômicos dos Estados Unidos também influenciaram os negócios. Os investidores monitoraram informações sobre emprego e atividade econômica em busca de sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve, o banco central norte-americano.

O petróleo registrou queda no mercado internacional. O Brent recuou para a faixa de US$ 96 por barril, em um movimento que também repercutiu sobre os papéis de empresas do setor. A Petrobras esteve entre os ativos que contribuíram para a alta do Ibovespa durante o pregão.

Além dos indicadores econômicos, o mercado brasileiro continua acompanhando o cenário internacional e as expectativas relacionadas às eleições. A combinação desses fatores tem contribuído para a oscilação dos ativos financeiros nos últimos pregões.

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1 Comentário
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ochoavanderlei@gmail.com
29 de setembro de 2026 19:53

Segundo a direita golpista representada pelo ex-ministro Paulo Guegues, o Brasil viraria uma Venezuela se Lula ganhasse a eleição. A direita golpista vive de provocar medos e receios na população. Só que não funciona mais.

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