Domingo, 04 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 4 de outubro de 2026
Polícia Federal também informou que não identificou elementos concretos que indiquem risco à Embaixada dos Estados Unidos
Foto: ABrO diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou neste domingo (4) que a corporação iniciou uma apuração sobre possível interferência externa nas eleições, após receber uma representação da Advocacia-Geral da União (AGU). Rodrigues também voltou a dizer que a PF não identificou elementos concretos que indiquem risco à Embaixada dos Estados Unidos ou a outras representações diplomáticas. Segundo Rodrigues, a apuração está em andamento na Diretoria de Inteligência, em caráter preliminar. A portaria de instauração do inquérito ainda não foi publicada.
“Recebemos representação da AGU sugerindo apuração de interferência externa. Foi encaminhado para a Diretoria de Inteligência para dar início à apuração. É uma investigação em andamento, um procedimento prévio. Não foi publicada a portaria do inquérito, mas já temos uma investigação em curso”, afirmou.
A AGU fez a solicitação após o jornal britânico The Guardian afirmar que um projeto do governo dos Estados Unidos, intitulado “Combate à Litigância Deliberativa e à Censura no Brasil”, prevê recursos para grupos da sociedade civil que se opõem ao que classificam como abuso de poder judicial e censura por parte do STF. Cerca de R$ 5,2 milhões seriam direcionados ao Brasil.
A iniciativa integra um conjunto de 43 concessões que somam US$ 176,9 milhões do Fundo de Direitos Humanos e Democracia do Departamento de Estado americano.
Os documentos citados pelo The Guardian não identificam a organização brasileira que receberá os recursos. O projeto prevê financiar grupos da sociedade civil que contestam decisões do STF e alegam abuso do poder judicial e censura. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, é citado no contexto do financiamento, segundo o jornal.
As declarações foram dadas durante visita ao Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), na sede da Polícia Rodoviária Federal, em Brasília, onde forças de segurança acompanham a operação integrada durante as eleições.
Ao tratar da segurança das representações diplomáticas, o diretor afirmou que os elementos reunidos pela PF no sábado não apontaram risco efetivo nem a existência de um plano contra embaixadas. As embaixadas dos Estados Unidos e da Austrália suspenderam atendimentos.
“Não comprovamos nenhum elemento concreto que nos apontasse algum risco efetivo contra qualquer embaixada. Os elementos colhidos ontem não indicam nada concreto, nenhum plano que a gente tenha identificado”, disse. (Com informações do jornal O Globo)
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
O poste querendo fazer xixi no cachorro 🐕.
Começou a ladainha, o petê e os inimigos imaginários 🐀🐀🐀