Domingo, 04 de outubro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
17°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Flavio Pereira Luciano Zucco diz: “Vamos governar com os melhores”

Compartilhe esta notícia:

Luciano Zucco comemorou ontem a vitória ao Palácio Piratini, na chegada ao comitê central em Porto Alegre. (Foto: Mateus Raugust/Divulgação)

O governador eleito do Rio Grande do Sul, Luciano Zucco (PL) adiantou ontem algumas definições que irão orientar o seu governo. Zucco, eleito no primeiro turno com 58,07% e 3.516.048 votos disse ontem à noite, na sua primeira conversa pública no comitê central em Porto Alegre após confirmado o resultado da sua eleição no primeiro turno, que vai conversar com o governador Eduardo Leite para dar início ao processo de transição.

A conversa de Zucco com Eduardo Leite

Zucco disse que recebeu do governador Eduardo Leite cumprimentos pela vitória, e pediu uma audiência. O governador, segundo Zucco, colocou-se à disposição para ajustar o início do processo de transição do governo. O governador eleito elogiou a postura de Eduardo Leite:

-A partir desta semana vamos começar a organizar a transição”, afirmou Zucco.

Campanha de Flávio Bolsonaro

O futuro governador alertou, porém, que antes será necessário trabalhar pela vitória do senador Flavio Bolsonaro para a presidência da Republica no segundo turno, e lembrou que “temos uma campanha nacional vigente e estamos nos articulando para isso”. Ele pretende mobilizar os governadores do Sul e Sudeste:

– Eu, Jorginho Melo (Santa Catarina), Sergio Moro  (Paraná) e Tarcísio (São Paulo) vamos entrar muito forte para eleger o Flavio Bolsonaro”, prometeu Zucco.

Unidade dos partidos

Luciano Zucco disse que a sua eleição, e a vitória dos dois candidatos ao Senado, Marcel van Hatten (Novo) e Sanderson (PL) foi resultado da unidade dos partidos da coligação:

– Minha votação, as votações do Sanderson e do Marcel mostrou a nossa unidade para trabalhar de forma integrada”, destacou.

Divida com a União

O futuro governador abordou a pauta da negociação da dívida com a União, que considera prioritária. Lembrou que “temos a autoria do projeto de renegociação, junto com Marcel e Sanderson, e todos serão importantes nessa articulação politica”.

Zucco comentou que para a renegociação da dívida, será importante articular os apoios dos governadores de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.  Tarcísio conversou.

-Já conversei com o governador Tarcísio, vamos eleger Flavio Bolsonaro, e depois sentar com ele para encaminhar essa negociação, afirmou Luciano Zucco.

Governar com maioria na Assembleia e dialogar

O futuro governador comentou o fato dos partidos da coligação terem elegido 27 deputados no universo de 55 cadeiras da Assembleia Legislativa. Zucco disse que vai dialogar com outros partidos, “porque precisamos de soluções para os gargalos da infraestrutura, da saúde, e criarmos um plano de estado”.  Ele anunciou eu o momento “é de somar, de maturidade política e pensar em entregar resultados para o estado”. Ele anunciou que agora, na condição de governador eleito, fará visitas a todas as federações, incluindo Farsul, Fiergs, Fecomércio, Federasul, Fetag e as cooperativas. “Quero discutir com os representantes de todos estes setores, um plano par priorizar o que é emergencial já no início do próximo ano”, afirmou.

O Bordão vitorioso para o Senado

O bordão aplicado pelos candidatos ao Senado no Rio Grande do Sul,  Marcel van Hatten (Novo) e Sanderson (PL) acabou virando o que se chama de “chiclete” na lembrança dos eleitores:

“Quem vota em Marcel vota em Sanderson, e quem vota em Sanderson vota em Marcel”

O quociente eleitoral que definiu o número de cadeiras

O quociente eleitoral que determinou o número de cadeiras de cada partido na Assembleia Legislativa, foi de 110.363 votos. Para a Câmara dos Deputados o quociente eleitoral foi de 196.170 votos para definir cada cadeira de deputado federal.

Dois ex-presidentes da Famurs na Assembleia Legislativa

Dois ex-presidentes da Famurs, a Federação das Associações de Municípios do estado foram eleitos deputados estaduais. Marcus Vinícius (59.574 votos), que garantiu a reeleição, e Salmo Dias de Oliveira, com 40.703, ambos do PP.

Radde vê responsabilidade de candidatos do PDT na derrota

O deputado estadual Leonel Radde, eleito com a maior votação do seu partido, o PT (93.787 votos), atribuiu em grande parte ao PDT ,a derrota da Frente das esquerdas no Rio Grande do Sul. Radde disse ontem na TV Pampa, que os candidatos do PDT à Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados fizeram campanhas independentes, e  descolaram suas campanhas do PT , de Lula e da própria candidata ao governo, Juliana Brizola.

Os cinco primeiros na Assembleia Legislativa

Entre os cinco mais votados para a Assembleia Legislativa, quatro estão na coligação do futuro governador Luciano Zucco:

– Adri Cherini (PL)  129.492 votos

– Delegado Zucco (REPUBLICANOS) – 128.599 votos

– Luciana Genro (PSOL) – 127.601 votos

– Professor Branchieri (PL) – 123.437 votos

– Comandante Nádia (PL) – 111.341 votos

O retorno de Sérgio Zambiasi à política

O ex-senador Sergio Zambiasi, que estava afastado há 15 anos da política, retornou ao Congresso Nacional, com uma cadeira de deputado federal, conquistando 44.929 votos. Zambiasi foi eleito com Roni Gabriel, que somou 223.643 votos pelo Podemos.

A vitória de Flávio Bolsonaro sobre Lula

Contrariando a maioria dos institutos de pesquisa, Flavio Bolsonaro venceu a eleição no primeiro turno.  O mapa da disputa à Presidência mostra as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste dominadas pelo candidato do PL, Flávio Bolsonaro. O senador ainda recebeu mais votos em Roraima e no Acre. Já Lula (PT) foi salvo mais uma vez pelo seu reduto eleitoral nos estados do Nordeste e foi mais votado que Flávio no Amapá, no Amazonas e no Pará.

Direita garante quase 80% das vagas renovadas no Senado

Os ministros do STF e do TSE foram os grandes cabos eleitorais da direita. Das 54 cadeiras renovadas no Senado neste domingo, 43 ficaram com candidatos classificados como de direita ou centro-direita, enquanto 11 foram para nomes da esquerda. Para a conta, foram considerados no campo da direita partidos como PL, Republicanos, Novo, PP/Progressistas, MDB, PSD, PSDB, União e Podemos. Já a esquerda reúne PT, PSB, PDT e Rede. A classificação é editorial, levando em conta o posicionamento político das legendas e dos candidatos, e não corresponde a uma divisão oficial da Justiça Eleitoral.

Com isso, 79,6% das cadeiras renovadas ficam com nomes classificados à direita, contra 20,4% da esquerda.

Por Flavio Pereira.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Flavio Pereira

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

0 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Helder Barbalho e Chicão são eleitos senadores pelo Pará
Flávio Bolsonaro diz estar “muito feliz” com resultado do primeiro turno: “O Brasil quer mudança”
Pode te interessar
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x