Quinta-feira, 01 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 14 de abril de 2016
A CNT (Confederação Nacional do Transporte) declarou, nessa quarta-feira, apoio formal ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Em nota, a entidade justificou que a decisão foi tomada após ouvir as lideranças e sua base e por decisão da maioria.
Outra associação empresarial, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) enviou carta em que o seu presidente, Robson Andrade, fala aos parlamentares que é “hora de mudar”. A CNI defende mudanças nas políticas federais e reitera a convicção de que os deputados saberão encontrar a melhor solução para a grave crise política e econômica do País.
“É hora de mudar. Os empresários, assim como todos os brasileiros, esperam que os nossos representantes no Congresso Nacional façam a sua parte para que possamos voltar a sonhar com um futuro melhor”, diz Andrade.
A CNI não se coloca claramente a favor do impeachment, como tem feito a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), por exemplo, mas aponta diversos indicadores e projeções negativos para a economia e atribui esse cenário econômico a “uma sucessão de erros na política econômica” por parte do governo de Dilma. “As perspectivas para 2017, se não houver uma urgente mudança de rumo, são de mais um ano sem crescimento”, alerta. (AE)
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