Terça-feira, 16 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 27 de julho de 2016
A Vai Voando é a primeira e única empresa a oferecer para o mercado de transporte aéreo os benefícios do sistema de compra pré-paga. Sem a necessidade de comprovação de renda, fiador ou consulta de crédito, o consumidor pode parcelar sua compra em até 12 vezes sem juros no carnê. Com seis anos de mercado, a empresa já embarcou mais de 282 mil passageiros e possui mais de 300 pontos de vendas em todo o Brasil.
Segundo dados do IBGE, cerca de 60 milhões de brasileiros fazem 135 milhões de viagens interestaduais através de ônibus, das quais 30 milhões são de longa distância. Esse público concentra-se principalmente nas comunidades e periferias das capitais, encontrando grande dificuldade de acesso a crédito por meios convencionais e pontos de venda que sejam adequados ao seu perfil socioeconômico.
Fundada pelo grupo GapNet, grupo formado por diversas empresas de turismo, a Vai Voando possui parcerias estratégicas com as principais companhias aéreas nacionais, garantindo que o cliente possa escolher o destino, data da viagem e forma de pagamento. “A Vai Voando nasceu com o objetivo de atender um nicho de consumidores que não estava sendo atingido pelas agências de viagens e que as companhias aéreas não conseguiam alcançar”, diz Luiz Andreaza, Diretor da agência. “Trabalhamos com pessoas das classes C e D e é nas favelas e na periferia que temos espaço”, explica.
Ainda sobre o trabalho em favelas, em parceria com CUFA (Central Única das Favelas) hoje existe a Favela Vai Voando. O objetivo desta integração é a criação de pontos físicos de venda de passagens aéreas nas favelas, com preço acessível aos moradores. A Favela Vai Voando prioriza a empregabilidade de residentes de comunidades em vários pólos do Estado. “A CUFA tem um papel bastante especial para nós, pois é através deles que conseguimos mostrar para os empreendedores da favela que a Vai Voando pode ser mais uma fonte de renda, ajudando no trabalho de desenvolvimento da região e seus moradores”, diz Andreaza.
Durante seus anos de existência, a empresa cresceu exponencialmente, geralmente alternando um ano de adequação e outro de aceleração. Em 2011 cresceu cerca de 450%; em 2012, 42%; em 2013, 259%; em 2014 foi 21%; em 2015, 29%. E para 2016 acreditamos na manutenção deste crescimento, saindo de uma empresa que vendeu um milhão de tíquetes em seu primeiro ano, para algo próximo de 50 milhões”, conclui Andreaza.
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