Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 10 de janeiro de 2018
O Exército birmanês admitiu nessa quarta-feira seu envolvimento no massacre de dez rohingyas, reconhecendo pela primeira vez a existência de cova comum para integrantes desta minoria muçulmana no estado de Rakhine, no norte do país. A ONU acusa o Exército e algumas autoridades, de maioria budista, de praticarem limpeza étnica.
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