Sábado, 25 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 26 de maio de 2026
Jornal afirma que "Dark Horse" mistura thriller e conspiração para narrar a chegada do "Trump dos Trópicos" ao poder em 2018.
Foto: DivulgaçãoO jornal britânico Financial Times publicou uma reportagem afirmando que o filme “Dark Horse”, inspirado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, pode comprometer a pré-candidatura presidencial de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro.
Segundo o periódico, a produção se transformou em uma “comédia de erros” antes mesmo da estreia, após revelações de que Flávio buscou financiamento para o longa junto ao banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master e alvo de investigações sobre supostas fraudes bilionárias envolvendo a instituição. Áudios divulgados recentemente mostram o senador cobrando repasses financeiros para a realização do projeto audiovisual.
Na avaliação do Financial Times, a polêmica envolvendo o financiamento do filme levanta dúvidas sobre a viabilidade eleitoral de Flávio Bolsonaro, apontado por aliados como possível herdeiro político do pai após a condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe relacionada aos atos posteriores às eleições de 2022.
“A revelação colocou o principal desafiante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no centro de um amplo escândalo político que abalou Brasília, ameaçando a candidatura do senador nas eleições presidenciais”, escreveu o jornal britânico.
De acordo com informações divulgadas pelo Intercept Brasil, cerca de R$ 61 milhões de um total de R$ 134 milhões previstos para o projeto teriam sido transferidos entre fevereiro e maio de 2025. O Financial Times observa que o orçamento supera produções brasileiras recentes de grande porte, como O Agente Secreto, citado pela publicação como comparação de mercado.
O jornal ressalta, contudo, que apoiadores da produção afirmam que o orçamento seria compatível com padrões de Hollywood. Dirigido pelo cineasta americano Cyrus Nowrasteh, “Dark Horse” é descrito pelo periódico como um thriller político com elementos de conspiração, centrado na ascensão de Bolsonaro ao poder em 2018.
A reportagem também menciona outras controvérsias envolvendo o filme, entre elas denúncias trabalhistas relacionadas às gravações e questionamentos sobre o uso não autorizado de música da cantora Beyoncé.
Apesar do desgaste político, aliados de Jair e Flávio Bolsonaro avaliam que a produção pode alcançar repercussão internacional. O ex-estrategista da Casa Branca Steve Bannon afirmou ao Financial Times que pretende ajudar na divulgação do longa nos Estados Unidos e acredita que a presença do ator Jim Caviezel, identificado com setores conservadores ligados ao movimento Maga (“Make America Great Again”), pode ampliar o interesse pela obra.
“Se você está no Brasil e descobre que existe um filme sobre o ex-presidente, estrelado por uma estrela de Hollywood, isso amplia o alcance do investimento”, afirmou Bannon ao jornal.
Segundo versões do roteiro divulgadas anteriormente, o filme aborda temas religiosos voltados à base conservadora ligada ao bolsonarismo, além de mensagens anti-establishment, cenas relacionadas ao atentado sofrido por Bolsonaro durante a campanha de 2018 e elementos ficcionais inseridos na narrativa.
(Com O Globo)
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CARA, MAS QUE MICO! O CARA VAI NA CASA BRANCA, TIRA UMA FOTO COM TRAMP NOÉ, SAI DE LÁ E NA PRIMEIRA LANINHA CHINESA, COMPRA UMA MEDALHA E POSTA PARA O EGO DO GADO.
Sim…Sim…já estamos cientes da estratégia da quadrilha, desumanizar, falar mal, mentir, criar “narrativas”, usar gabinete do ódio com infuencers comprados da CHOQUEI….enfim… Já estamos vendo isso a anos …nada de novo…
acontece que …Obviamente a quadrilha não tentou matar o BOZO, inventaram esta enganação de GOLPE, para prender o BOZO, e perseguir sua familia de graça ….OBVIAMENTE ….FLAVIO NUNCA CHEGARÁ ELEGIVEL EM OUTUBRO……..NUNCA….e …. LULADRÃO também não sobreviverá até lá….
NÃO TEREMOS UMA NOVA VENEZUELA NA AMERICA LATRINA ….USA, NUNCA, JAMAIS PERMITIRIA ISSO.