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Brasil Com o Rio de Janeiro, o presidente Michel Temer tentou resgatar força, mas recebeu aviso de risco em outros Estados

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Com a medida, o presidente apoia a diretoria do banco e se opõe ao seu conselho, que é liderado pela secretária do Tesouro. (Foto: Banco de Dados)

O grupo mais próximo a Michel Temer avisa que é um erro analisar a intervenção federal no Rio de Janeiro como simples rota de fuga de uma derrota da nova Previdência ou aposta eleitoral.

Ao anunciar a iniciativa, o presidente optou por uma cartada que resgataria de imediato a força institucional de seu cargo, seu protagonismo e ainda testaria os limites da ingerência da Justiça no governo. Foi avisado dos riscos. Até sobre a chance de o crime organizado revidar lançando caos em outros Estados.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, ponderou que o texto do decreto deveria ser duro o suficiente para desestimular pedidos de outros governadores por ação semelhante. Há forte divisão sobre o tema nos bastidores do Supremo. Um grupo vê a iniciativa como necessária e outro a enxerga como eminentemente política.

A ala do STF (Supremo Tribunal Federal) refratária à ação ressalta que ela é extremada, inédita e que já coleciona falhas formais – como a falta de consulta ao Conselho da República. A ministra Cármen Lúcia, presidente da corte, recebeu um telefonema protocolar de Temer, no qual ele informava o que faria e já adiantava que iria ao Rio para reunião com a cúpula do Tribunal de Justiça e do MP (Ministério Público).

Intervenção

A intervenção do governo federal na segurança pública do Rio de Janeiro começou a ser planejada há pouco mais de um ano. Em várias ocasiões, a ideia foi rechaçada pelo governador Luiz Fernando Pezão. Militares do Ministério da Defesa contam que a decisão já estava tomada e que havia um plano para ser implementado a qualquer momento. As imagens de violência durante o carnaval carioca foram a gota d’água.

A lista de problemas que levaram à intervenção é extensa, de acordo com especialistas e militares: fracasso das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora); calamidade financeira; expansão da milícia; corrida armamentista do tráfico.

Problemas que foram amplificados pela crise financeira e política, seguidas das prisões do ex-governador Sérgio Cabral e do presidente do MDB no RJ e então presidente da Alerj (Assembleia Legislativa), o deputado estadual Jorge Picciani, envolvidos em um gigantesco esquema de corrupção, de acordo com a força-tarefa da Lava-Jato no estado.

Na quinta-feira (15), no Palácio do Planalto, diante do presidente Michel Temer, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e o chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), o general Sérgio Etchgoyen, apresentaram o plano ao governador Pezão. O general Walter Braga Netto foi anunciado como o escolhido para ser o interventor.

Neste sábado (17), o general Braga Netto estará no Rio para reuniões com autoridades da Justiça, do Ministério Público e da área de segurança, além do governador Pezão e do presidente Michel Temer. No decreto que define a intervenção, há detalhes sobre o uso de recursos, mas não se trata da punição a casos de corrupção de agentes públicos.

“Eu apoio a intervenção porque não se pode deixar o bandido dar as cartas. Agora, o decreto está capenga. Na ocupação do Complexo do Alemão, em 2010, nossa maior dificuldade foi punir policiais quando identificávamos algum problema. O decreto não dá amparo para uma punição disciplinar. E a gente sabe que há uma banda podre na polícia”, afirma o coronel do Exército Fernando Montenegro, um dos coordenadores da ocupação pelo Exército do Complexo do Alemão, há oito anos.

 

tags: segurança

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