Terça-feira, 28 de julho de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
18°
Thunderstorm

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia As vendas de computadores no Brasil cresceram mais de 7% em 2018

Compartilhe esta notícia:

A Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares teve a sua página invadida na noite de segunda-feira; o pagamento não foi feito. (Foto: Reprodução)

O mercado de computadores no Brasil em 2018 cresceu 7,5% em relação ao ano anterior – ao todo, foram vendidos mais 5,5 milhões de aparelhos. As informações fazem parte de uma pesquisa da consultoria IDC Brasil. O estudo mostrou também que mais da metade dessas vendas foram de notebooks: cerca de 4 milhões de dispositivos do tipo foram vendidos ano passado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo e da IDC Brasil.

O aumento no número de vendas foi acompanhado por um crescimento da receita. A venda de notebooks em 2018 gerou mais de R$ 10,3 bilhões ao mercado, enquanto a de desktops movimentou R$ 3,6 bilhões – os valores representam um crescimento de 17% da receita em relação a 2017. Os preços também aumentaram: os notebooks ficaram 10% mais caros, custando em média R$ 2,6 mil, e o preço dos desktops aumentou 8%, ficando na faixa de R$ 2,2 mil.

O analista de pesquisa da IDC Brasil Wellington La Falce explica a importância dos computadores no mercado: “Ainda não temos um dispositivo que faça tudo o que um computador faz”, afirma, “é uma categoria necessária e, por enquanto, insubstituível”.

Outro ponto importante do estudo é o dado de que em 2018 foram vendidos 903 mil notebooks para o mercado corporativo, um número 38% maior que o do ano passado.

O crescimento das vendas em 2018, entretanto, foi menor do que no ano anterior: em 2017, o mercado cresceu 15%. Além disso, o desempenho do último trimestre do ano passado decepcionou: as vendas de desktops diminuiu 17% em comparação com o mesmo período de 2017. Para o analista da IDC, a queda se deve à performance baixa do varejo no fim do ano passado, ligada também à data da Black Friday, que não foi tão forte quanto deveria.

A expectativa para o primeiro trimestre de 2019 não é boa: segundo a IDC, é possível que haja uma retração de 7,5% das vendas no período. Um dos motivos para o resultado, segundo a consultoria, é que os estoques do varejo estão cheios devido às vendas baixas no fim de 2018. Além disso, o mercado corporativo deve sofrer queda também, porque as empresas estarão apreensivas em relação à tributação, e na espera da concretização dos planos do governo.

“No fim de 2018, o mercado não vendeu tanto quanto esperava e o ano virou com os estoques cheios. Por conta disso, pode não haver abastecimento no varejo nos primeiros meses. Além disso, os preços podem aumentar de novo, caso as liminares contra o fim dos incentivos da Lei de Informática sejam derrubadas, impactando os preços no varejo”, avalia La Falce.

O mercado corporativo também deve sofrer queda. “As empresas estarão apreensivas em relação à tributação. A mudança de governo foi vista com boas perspectivas, mas enquanto não concretizar seus planos, o mercado vai segurar os investimentos”. A expectativa é de sejam vendidas 1,230 milhão de unidades no primeiro trimestre de 2019.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Sondagens mostram brasileiros menos confiantes na economia
TV por assinatura perde quase 90 mil clientes em fevereiro no Brasil
Pode te interessar