Quinta-feira, 30 de abril de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Governo está reavaliando decreto de armas, diz Planalto

Compartilhe esta notícia:

Bolsonaro segura um fuzil durante a viagem que fez a Israel em abril. (Foto: Divulgação)

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, informou, nesta terça-feira (21), que um dos pontos que poderá ser alterado no decreto que muda as regras sobre armamento, é a permissão para que civis com porte de armas possam adquirir fuzis. O Decreto nº 9.785/2019, mudou as regras sobre aquisição, cadastro, registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo. Ele foi publicado no último dia 8 e tem causado polêmicas.

“A aquisição de fuzil pelo cidadão, esse é um dos aspectos que está sofrendo avaliação por parte do presidente, juntamente com nossa assessoria jurídica da Casa Civil para, a partir dessa reavaliação, ajustar ou não o decreto”, afirmou Rêgo Barros.

Antes da norma, as armas autorizadas para civis deveriam ter até 407 joules de potência, como revólvers de calibre 32 e 38 e pistolas de calibre 380. Já após sua publicação, essa potência foi ampliada para 1.620 joules, o que passou a incluir armas como pistolas calibre ponto 40, pistola nove milímetros, pistola calibre 45, carabinas semiautomáticas e fuzil semiautomático, como o modelo T4, fabricado pela Taurus.

Governadores

Também nesta terça, 14 governadores publicaram uma carta contra o decreto que amplia o porte de armas. No documento, os governadores afirmam que as novas regras podem piorar os índices de violência nos estados. Eles pedem que o Executivo, Legislativo e Judiciário atuem para a “imediata revogação” da medida.

Mudanças

Além de ampliar a diversidade de calibres de armas de uso permitido, o decreto também aumentou a quantidade de compra de munições para armas de uso permitido (5 mil unidades por ano) e para armas de uso restrito (mil unidades por ano).

A norma ainda estendeu a 11 categorias o direito de porte de armas. Foram contemplados, entre outros, instrutores de tiro, colecionadores, caçadores, detentores de mandatos eletivos (Executivo e Legislativo), advogados e jornalistas que façam cobertura de pautas policiais.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Bella Fashion Tour apresentou ao mercado nacional as new faces
Conta de luz ficará mais cara no mês de junho
Pode te interessar