Domingo, 16 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 13 de agosto de 2026
O TSE também destacou a biometria como uma das camadas de segurança do processo eleitoral
Foto: Fernando Frazão/Agência BrasilCom a aproximação das eleições deste ano, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) afirmou que está reforçando os mecanismos de segurança e fiscalização do sistema eletrônico de votação. O secretário de Tecnologia da Informação da Corte, Júlio Valente, explicou que o processo de votação e totalização dos resultados é estruturado de forma descentralizada e pública, permitindo a verificação dos dados produzidos em cada seção eleitoral.

De acordo com Valente, uma das principais características do sistema eleitoral brasileiro é que a apuração dos votos começa na própria seção eleitoral. Ao fim da votação, a urna eletrônica registra o resultado e imprime o boletim de urna, com os votos recebidos por candidatos e partidos. Uma das vias é afixada no local de votação, e os dados também podem ser conferidos posteriormente no resultado divulgado pela Justiça Eleitoral.
O secretário explicou que os arquivos com os resultados são retirados da urna e transmitidos por canais criptografados. Antes de serem incorporados à totalização, passam por verificações que confirmam, entre outros pontos, se foram gerados pela urna eletrônica destinada àquela seção e se possuem a assinatura digital correspondente.
“Não é só receber e somar. Tudo é verificado”, disse Valente. Ele ressaltou que partidos, candidatos e instituições fiscalizadoras podem acompanhar as diferentes etapas do processo. Segundo o secretário, o sistema eleitoral oferece atualmente dezenas de oportunidades de fiscalização e auditoria.
Valente também destacou a biometria como uma das camadas de segurança do processo eleitoral. O mecanismo busca garantir que apenas o eleitor identificado possa liberar a urna para votar. Caso haja algum impedimento para a identificação biométrica, o mesário pode autorizar a votação, deixando registrado o procedimento.
Recontagem
Segundo Valente, eventuais questionamentos sobre os resultados podem ser apresentados à Justiça Eleitoral. Caso haja elementos que justifiquem uma recontagem, as urnas e os registros digitais dos votos permanecem preservados e lacrados após o pleito para permitir auditorias.
Sobre o voto impresso, o secretário lembrou que a implantação do modelo previsto em legislação foi considerada inconstitucional pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Ele também citou a experiência realizada em 2002, quando a utilização de impressoras provocou problemas técnicos e aumentou a taxa de falhas no sistema.
Para Valente, a participação de partidos e instituições na fiscalização é fundamental para fortalecer a confiança no processo eleitoral. “O processo eleitoral brasileiro é um dos mais seguros, modernos e auditáveis do mundo”, afirmou.
Desinformação
Ao responder às críticas sobre a segurança das urnas eletrônicas, o secretário de Tecnologia da Informação do TSE ressaltou que não há registro de fraudes comprovadas no sistema eletrônico de votação desde A sua implantação, em 1996.
Segundo ele, o modelo substituiu o sistema de votação por cédulas de papel, que apresentava casos documentados de fraudes durante a coleta, a apuração e a guarda dos votos.
Para Valente, além do histórico de quase 30 anos sem casos comprovados de fraudes nas urnas eletrônicas, a possibilidade de fiscalização é um dos principais elementos de segurança do sistema. Conforme o secretário, o processo eleitoral brasileiro conta atualmente com 40 oportunidades de fiscalização e auditoria, permitindo o acompanhamento e a verificação das diferentes etapas da votação e da totalização dos resultados.
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O TSE foi criado para manipular as eleições. Assim, como o Tribunal do Trabalho, foi criado com o fim de defender o trabalhador. Quando a justiça assume um lado, deixa de ser imparcial. São excrescências que só existem no Brasil. A constituição estabelece que a contagem dos votos precisa ser pública. Nossa contagem é secreta. Não tem como auditar, porque não há comprovante do voto. Qualquer um com dois neurônios, compreende
Já pensaram se descobrirem que as urnas são burladas? Vamos ter de rever a eleição em São Paulo. Tirar o Tarcísio. Tirar todos os governadores da direita golpista. Tirar os filhos do presidiário que foram eleitos e reeleitos pelas urnas fraudadas. Tirar os deputados federais e estaduais eleitos pelas urnas fraudadas. Tirar todos os pree vereadores da direita golpista . Aí sim, podemos admitir que as urnas são fraudadas. TIPAM??? QUAQUAQUAQUA
E nós acreditamos é claro! Se a extrema esquerda não quer mais transparência…. é porque tem coisa errada…
Deveriam também ouvir e publicar quem pensa e afirma o contrario como 80% do povo brasileiro, e declarar a fonte.
Esse assunto já se esgotou. A direita golpista., através do candidato filho do presidiário golpista continua insistindo nesse ponto. O que querem de fato é gerar dúvida para os apoiadores incautos e mal intencionados . Se as urnas não são confiáveis, como o golpista JAIR MESSIAS foi eleito em 2018? Toda a familia do golpista eleitos e reeleitos?E todos os políticos da direita que estão no congresso, nas câmaras estaduais , nas prefeituras e nas câmaras de vereadores em todo o país? Não foram eleitos pelas mesmas urnas? É tão, assunto encerrado.
Encerrar esse assunto só tão somente com as urnas auditadas na hora da votação.