Segunda-feira, 17 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 9 de abril de 2020
Em 12 meses, o IPCA acumula alta de 3,30%, bem abaixo do centro da meta para o ano, que é de 4%
Foto: DivulgaçãoO IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), considerado a inflação oficial do País, desacelerou para 0,07% em março, depois de ter registrado uma taxa de 0,25% em fevereiro, segundo divulgou nesta quinta-feira (09) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Esse é o menor resultado para o mês de março desde 1995. Trata-se também da menor taxa para um mês desde setembro do ano passado, quando houve deflação de 0,04%. No ano, o indicador acumula alta de 0,53% e, nos últimos 12 meses, 3,30% – bem abaixo do centro da meta para o ano, que é de 4%.
Em virtude da pandemia de coronavírus, o IBGE suspendeu, no dia 18 de março, a coleta presencial de preços. Desde então, os preços passaram a ser coletados por outros meios, como pesquisas em sites de internet, por telefone ou e-mail.
“Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 3 a 30 de março de 2020 [referência] com os preços vigentes no período de 29 de janeiro a 2 de março de 2020 [base]”, informou o IBGE.
O que mais caiu e o que subiu
Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, três tiveram deflação em março, com a maior contribuição vindo da queda nos preços de combustíveis e passagens aéreas.
Em meio ao isolamento e distanciamento social, o grupo alimentação e bebidas apresentou a maior alta de preços no mês (1,13%), e o maior impacto, 0,22 ponto percentual (p.p.) no mês, mostrando aceleração em relação ao resultado de fevereiro (0,11%).
Entre os itens que ficaram mais caros, destaque para ovo de galinha (4,67%), a batata-inglesa (8,16%), o tomate (15,74%), a cebola (20,31%) e a cenoura (20,39%). Já o preço das carnes (-0,30%), caiu pelo terceiro mês consecutivo, embora o recuo tenha sido menos intenso do que o registrado no mês anterior (-3,53%). Outros cinco grupos também registraram alta, com destaque para educação (0,59%) e habitação (0,13%).
No lado das quedas, embora a menor variação tenha sido a dos artigos de residência (-1,08%), a maior contribuição negativa no índice do mês (-0,18 p.p.) veio dos transportes (-0,90%), com mais um recuo nos preços das passagens aéreas (-16,75%) e dos combustíveis (-1,88%). Todos os combustíveis caíram em março: etanol (-2,82%), óleo diesel (-2,55%), gasolina (-1,75%) e gás veicular (-0,78%).
Meta de inflação e perspectivas
Para 2020, os economistas das instituições financeiras projetam uma inflação de 2,72%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Neste ano, o centro da meta é de 4%, um pouco menor que em 2019. A meta terá sido cumprida se o índice oscilar de 2,5% a 5,5%.
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EM 20 DIAS TEVE UM AUMENTO ABSURDO EM TODOS OS MERCADOS DO RS,E OS CARAS VEM DIZER QUE A INFLAÇAO CAIU,ESTES CARAS NAO MORAM NO BRASIL? TALVES ESTES CARAS NAO ENTRAM EM SUPERMERCADOS,ACHO QUE ELES SE ALIMENTAM DE PILULAS DOS ASTRONAUTAS,ASSIM ELES NAO TEM GASTOS COM ALIMENTAÇAO.POR FAVOR PEDE PARA SAIR.
Esses Almofadinha Que Fasen
Esses Pesquiza Ele Não
Deven Ir ao Supermercado ?