Quarta-feira, 30 de setembro de 2026

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Rio Grande do Sul Governo gaúcho lança serviço de Telecuidado Farmacêutico voltado a idosos com doenças respiratórias

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Coordenadora de Cuidado Farmacêutico da Secretaria da Saúde, Agnes Nogueira, ao lado de Leite, durante anúncio do novo serviço

Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini
Coordenadora de Cuidado Farmacêutico da Secretaria da Saúde, Agnes Nogueira, ao lado de Leite, durante anúncio do novo serviço . (Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini)

O governo do Rio Grande do Sul lançou, nesta terça-feira (05), o Telecuidado Farmacêutico, serviço de acompanhamento ao paciente de forma remota no qual farmacêuticos vão contatar o usuário que retira medicamentos nas Farmácias de Medicamentos Especiais do Estado. O anúncio foi feito pelo governador Eduardo Leite durante transmissão ao vivo pela internet.

O serviço é voltado especialmente a idosos com doenças crônicas respiratórias, como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica, que são grupo de risco da Covid-19.

Os farmacêuticos entrarão em contato com os usuários de medicamentos – cerca de 15 mil pessoas no Estado – de modo remoto, via telefone ou videoconferência, a fim de orientá-los a respeito da adesão ao tratamento, do controle da doença, do uso dos medicamentos, dos sintomas relacionados à Covid-19 e de dúvidas relacionadas ao tratamento de cada um.

O lançamento coincidiu com o início da Semana Estadual de Uso Racional de Medicamentos, que prossegue até segunda-feira (11). A coordenadora de Cuidado Farmacêutico da Secretaria Estadual da Saúde, Agnes Nogueira, explicou que, a cada 10% de aumento de adesão ao tratamento de doenças respiratórias, o número de internações tem queda de 7%. “O programa tem tudo a ver com toda a situação de pandemia que vivemos”, explica.

Inicialmente, serão contatados os usuários de medicamentos de Porto Alegre para, em seguida, serem inclusos também os moradores de outras cidades. “Se melhorarmos o uso de medicamentos, melhora a adesão ao tratamento dos pacientes e, assim, podemos diminuir o número de internações”, detalha Agnes.

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