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Economia 4,9 milhões de pessoas devem receber a primeira parcela do Auxílio Emergencial na terça e na quarta-feira

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Banco conclui pagamento da terceira parcela para quem está no Bolsa Família, e paga novas parcelas beneficiários fora do programa, nascidos em março e abril. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A Caixa Econômica Federal passará a pagar na próxima terça-feira (16) os beneficiários de mais um lote da primeira parcela do Auxílio Emergencial. O Ministério da Cidadania informou nesta sexta-feira (12) que os pagamentos de 4,9 milhões de novos aprovados para receber o benefício serão realizados nos dias 16 e 17 de junho.

O valor total do repasse será de R$ 3,1 bilhões. No dia 16, recebem os aniversariantes de janeiro a junho. No dia 17, de julho a dezembro. O Ministério afirma que concluiu a análise de pedidos 8,9 milhões de pedidos, realizados entre 1º e 26 de maio.

A Caixa libera neste sábado (13) as transferências e os saques em dinheiro da segunda parcela do Auxílio Emergencial depositada em poupanças sociais digitais do banco para os 2,5 milhões de beneficiários nascidos em dezembro.

A Caixa Econômica Federal vai abrir 680 agências neste sábado para atender aos beneficiários do Auxílio Emergencial, das 8h às 12h.

Com a liberação deste sábado, a Caixa conclui os pagamentos da segunda parcela do Auxílio Emergencial para os trabalhadores que receberam a primeira parcela até 30 de abril. Ainda não há data da segunda parcela para quem recebeu a primeira após essa data.

Para os trabalhadores que receberam a primeira parcela do benefício em outra conta, os recursos depositados na poupança digital serão transferidos automaticamente também na data de liberação dos saques e transferências. Com isso, esses beneficiários terão que procurar os bancos em que têm conta caso queiram sacar o dinheiro.

Valor atual

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que pretende vetar a prorrogação do auxílio emergencial se o Congresso Nacional decidir pela manutenção do valor atual, de 600 reais. A declaração foi dada durante uma transmissão nas redes sociais na quinta-feira (11). O Ministério da Economia informou que pretende pagar duas parcelas adicionais do benefício, no valor de 300 reais cada. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defende a manutenção dos R$ 600 mensais.

Na Câmara, por exemplo, vamos supor que chegue uma proposta de duas [parcelas] de R$ 300. Se a Câmara quiser passar para R$ 400, R$ 500, ou voltar para R$ 600, qual vai ser a decisão minha? Para que o Brasil não quebre? Se pagar mais duas de R$ 600, vamos ter uma dívida cada vez mais impagável. É o veto”, disse Bolsonaro. As informações são do portal de notícias G1.

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