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Mundo A Apple perdeu 450 bilhões de dólares com a queda na venda de iPhones

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Empresa agora vale US$ 1,85 trilhão, contra US$ 2 trilhões em agosto. (Foto: Reprodução)

Quando se fala sobre a maior empresa do mundo, não é incomum que haja números impressionantes. Mas o mais recente número superlativo da Apple não é um que os investidores gostariam de ver.

Desde que se tornou a primeira empresa americana a ultrapassar US$ 2 trilhões em valor de mercado em agosto e atingir o pico no mês passado, a fabricante do iPhone perdeu US$ 450 bilhões, eliminados por uma queda de 19% em sua capitalização.

A última cotação de suas ações – uma queda de 5,6% na última sexta-feira (30) – tirou do market cap da empresa, sozinha, mais de US$ 120 bilhões. A Apple agora vale US$ 1,85 trilhão e ainda é a empresa mais valiosa dos Estados Unidos, mas a quantia cortada de seu livro-razão desde o pico de setembro é mais do que a capitalização de mercado da Visa Inc., e maior do que o valor da Bolsa de Valores da Tailândia.

A redução ocorre no momento em que a gigante da tecnologia reportou vendas do iPhone que não atingiram as estimativas dos analistas e não deu previsões para o quarto trimestre, com os feriados de fim de ano. A receita fiscal do iPhone no quarto trimestre foi de US$ 26,4 bilhões, em comparação com as expectativas de US$ 27,1 bilhões.

O índice Nasdaq 100 despencou 2,6% na sexta-feira e teve sua pior semana desde o início da pandemia de coronavírus em março. As previsões de vendas decepcionantes de empresas de tecnologia como Apple e Twitter estão gerando temores no mercado.

Novidades

Chegou ao Brasil na sexta o Apple One, a nova assinatura da Apple que reúne os principais serviços da companhia em um único pacote. A empresa trouxe ao país duas opções de pacotes: o mais básico é o individual, que custa R$ 26,50 ao mês, e o outro é o familiar, que pode incluir até cinco contas e custa R$ 37,90 mensais.

Os pacotes disponíveis no Brasil incluem quatro serviços. O Apple Music é o mais famoso entre eles, oferecendo um serviço de streaming de música que tem competido com o Spotify pela liderança do mercado, que normalmente custa R$ 16,90 mensais pelo plano individual ou R$ 24,90 pelo pacote familiar.

Além disso, o pacote conta com outros serviços menos populares da Apple. Entre eles estão o TV+, que é um serviço de filmes e séries ao estilo Netflix, que até o momento privilegia conteúdo original da própria Apple. A assinatura também inclui o Arcade, que conta com jogos para iPhone e iPad, e o iCloud, com 50 GB de espaço na nuvem no plano individual, ou 200 GB no plano familiar.

Sem o Apple One, todas as assinaturas custariam um acumulado de R$ 40,20 para o plano individual e R$ 55,60 para o pacote familiar, então, para quem já está mergulhado no ecossistema da empresa, a assinatura é bastante vantajosa. Para a Apple, também é interessante manter o público engajado com seus serviços, mantendo-os trancados em seu ecossistema e encorajando-os a comprar iPhones e outros produtos da companhia.

O Brasil, no entanto, não recebeu o plano mais caro do Apple One. No exterior, há um terceiro pacote, chamado de “Premier”, que conta com dois serviços que não chegaram ao país até o momento. Um deles é o Apple News+, um serviço de notícias e o Apple Fitness+, com um acompanhamento de atividades físicas e exercícios.

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