Sexta-feira, 05 de Junho de 2020

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Capa – Magazine Katy Perry e gravadora devem pagar quase 3 milhões de dólares por causa de um plágio

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(Foto: Reprodução)

A cantora Katy Perry, de 34 anos, e os compositores da música “Dark Horse” terão que pagar US$ 2,78 milhões (cerca de R$ 11 milhões) ao rapper cristão Marcus Gray por um caso de plágio. Um júri decidiu o valor após Gray, conhecido como Flame, entrar com um processo em 2013 alegando que o hit de Perry era uma cópia de sua canção “Joyful Noise”.

A cantora e os coautores afirmaram que a música era original, e que não tinham conhecimento da música cristã, mas os advogados de Gray apontaram que a canção dele teve milhões de reproduções em plataformas musicais e o álbum em que ela foi lançada foi indicado a um Grammy, impossibilitando o desconhecimento da equipe.

Durante o julgamento, que durou uma semana, Katy foi ouvida como testemunha, mas um painel de nove membros decidiu que as semelhanças entre as canções constituem uma violação dos direitos autorais.

Foi apontado que “Dark Horse” rendeu US$ 41 milhões (R$ 157 milhões), sendo US$ 3 milhões (R$ 11,4 milhões) para Katy e o restante foi para a gravadora Capitol Records. Portanto, o júri decidiu que a cantora deverá arcar com US$ 550 mil (R$ 2,1 milhões) do valor total exigido a Gray, e a gravadora com o restante.

“Dark Horse” é um dos principais sucessos da carreira de Katy, e chegou a liderar a Hot 100, principal parada da Billboard, por quatro semanas em 2014.

Taylor Swift

Recentemente, Taylor Swift perdeu o direito sobre as suas próprias músicas, após o empresário Scooter Braun, antigo desafeto da cantora, comprar a Big Machine, antiga gravadora de Taylor, pelas quais ela lançou todos os seus álbuns, incluindo o último, “Reputation”, de 2017. Em 2018, Taylor trocou a Big Machine pela Universal Music.

No dia 30 de junho, Taylor fez um longo desabafo, no qual declarou estar “triste e enojada” porque ficou sabendo do acordo entre Scooter e a Big Machine quando ele foi divulgado pela mídia e também por não ter lhe sido oferecida a oportunidade de compra dos direitos de seu próprio trabalho. A cantora ainda acusou Braun de ter praticado “bullying” contra ela.

A artista alega que tentou comprar sua obra, mas não conseguiu. “Por anos eu pedi, implorei por uma chance de possuir meu próprio trabalho. Em vez disso, tive a oportunidade de voltar à Big Machine Records e ‘ganhar’ um álbum de volta de cada vez, um para cada novo que eu entregasse. Eu fui embora porque sabia que uma vez que assinasse esse contrato, Scott Borchetta o venderia, vendendo assim a mim e meu futuro”, disse.

“Este é o meu pior cenário. É o que acontece quando você assina um contrato aos quinze anos com alguém para quem o termo lealdade é claramente apenas um conceito contratual. E quando esse homem diz ‘a música tem valor’, ele quer dizer que seu valor é devido a homens que não ajudaram a criá-lo”, prosseguiu.

“Quando deixei meu trabalho nas mãos de Scott, fiquei em paz com o fato de que, eventualmente, ele o venderia.”

“Nunca em meus piores pesadelos imaginei que o comprador seria Scooter. Toda vez que Scott Borchetta ouviu as palavras ‘Scooter Braun’ saírem da minha boca, foi quando eu estava chorando ou tentando me segurar.”

“Ele sabia o que estava fazendo; ambos fizeram. Controlando uma mulher que não queria estar associada a elas. Na perpetuidade. Isso significa para sempre.”

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