Quarta-feira, 05 de Agosto de 2020

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Rio Grande do Sul A Defesa Civil do Estado alerta para a possibilidade de temporal com fortes rajadas nesta quarta-feira

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Em Porto Alegre, equipes do DMLU, trabalharam na remoção de árvores e galhos após as fortes chuvas e ventos desta terça-feira. (Foto: Divulgação/PMPA)

Em uma terça-feira marcada pela chuva incessante nas mais variadas regiões do Rio Grande do Sul, no final da tarde a Defesa Civil estadual emitiu um alerta para a possibilidade de temporal com rajadas de vento que podem chegar a 80 km/h, já a partir da madrugada desta quarta-feira (8). Há risco de transtornos e danos em áreas urbanas e rurais.

O aviso é válido por cerca de 24 horas e abrange uma ampla área, com destaque para a maior parte da metade direita do mapa gaúcho. Isso inclui a Região Metropolitana de Porto Alegre, Vale do Sinos, Serra, Litoral e outras regiões.

Em caso de rajadas, as recomendações incluem não se abrigar sob árvores, devido ao risco de queda e descargas elétricas, bem como não estacionar veículo perto de torres de transmissão e placas de propaganda. Em casa, desligar aparelhos elétricos (ou mesmo o quadro geral de energia) também consta nas orientações.

Na Capital, choveu quase metade do esperado para todo o mês de julho. A chuva que caiu sem trégua sobre a cidade foi acompanhada de rajadas de até 52 Km/h pela manhã, causando problemas como alagamentos e quedas de galhos ou mesmo árvores inteiras em diversas ruas e avenidas. O resultado foram trechos interrompidos ao trânsito e risco a pedestres e motoristas.

Ponte bloqueada no Interior

No quilômetro 103 da rodovia estadual RSC-377, em Cruz Alta (Região Norte), o Daer (Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem) iniciou nesta terça-feira os reparos na cabeceira da ponte sobre o arroio Passo Novo. O trânsito sobre a estrutura foi interrompido totalmente em razão do agravamento de uma erosão no aterro de uma das cabeceiras, provocada pela forte chuva da noite passada.

A frente de obras dará sequência nesta quarta-feira à recomposição do aterro, com a colocação de rochas no local. Também deve ser reforçado o encontro de uma das cabeceiras, com a aplicação de concreto, e, em seguida, a recuperação do pavimento. A conclusão dos trabalhos e a liberação da ponte dependerão das condições do tempo.

(Marcello Campos)

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