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Economia Expectativa é de que a taxa básica de juros, a Selic, passe a 13,25% ao ano, a partir desta quarta

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Será o quarto aumento consecutivo e a primeira reunião do Copom com o novo presidente do BC, Gabriel Galípolo, no comando.

Foto: Jose Cruz/Agência Brasil
Essa taxa influencia todos os outros juros da economia — como os cobrados em empréstimos e financiamentos. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

O Copom (Conselho de Política Monetária), do BC (Banco Central), começa nesta terça-feira (28) a reunião que poderá decidir pela elevação da taxa básica de juros da economia brasileira em 1 ponto percentual, passando dos atuais 12,25% para 13,25% ao ano. O encontro termina na quarta-feira (29), com o anúncio da nova taxa.

Com a escalada do dólar e da inflação, o Banco Central intensificou o aumento da Selic para conter o consumo e o aumento de preços.

Com isso, a taxa volta ao patamar registrado em agosto de 2023, na quarta alta consecutiva, desde setembro. Essa será a primeira reunião do ano e também a primeira com o novo presidente do BC, Gabriel Galípolo, no comando.

No fim do ano passado, o BC não só elevou a taxa para 12,25% ao ano, como também indicou que deve subir novamente no começo de 2025.

A Selic é o principal instrumento para controlar o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. No entanto, taxas maiores dificultam o crescimento econômico.

No último Boletim Focus, a mediana para taxa básica de juros (Selic) ficou estável em 15% para o fim de 2025, pela segunda semana consecutiva. Já a projeção de inflação do país para 2025, subiu de 5% para 5,08%.

O Comitê deve manter a indicação de realizar uma nova elevação de 1 ponto percentual ainda na reunião de março.

Entenda

A taxa básica de juros, a Selic, é uma forma de piso para os demais juros cobrados no mercado. Ela serve como o principal instrumento do BC para manter a inflação sob controle, perto da meta estabelecida pelo governo. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam alternativas de investimento.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando os juros básicos são reduzidos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo.

A Selic é usada nos empréstimos entre bancos e nas aplicações que as instituições financeiras fazem em títulos públicos federais.

É a taxa Selic que os bancos pagam para pegar dinheiro no mercado e repassá-lo em empréstimos ou financiamentos. Por esse motivo, os juros que os bancos cobram dos consumidores são sempre superiores à Selic.

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Hilário Graciozo Rizzo
28 de janeiro de 2025 20:57

o que ? vao taxar o selinho ? credo, 13,25 ok.. taxa do selinho 13,25… mas precisava trazer o sr monk para anunciar ? o cara deve ter cobrado em dolares esta apresentação…

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