Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 6 de abril de 2025
A maioria dos mortos e desaparecidos durante a ditadura militar brasileira é formada por jovens estudantes ligados a organizações políticas e que viviam nas capitais. Uma análise do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania sobre o relatório final da Comissão Nacional da Verdade traçou pela primeira vez o perfil das vítimas do regime no Brasil.
De acordo com a coordenação-geral de apoio à Comissão Especial Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, a composição desse grupo está relacionada ao papel desempenhado pelo movimento estudantil no período, à frente de manifestações que tornaram os estudantes um alvo direto da repressão dos agentes da ditadura.
Entre os exemplos, destacam-se episódios como o ataque à sede da União Nacional dos Estudantes (UNE); as prisões no Congresso de Ibiúna, evento clandestino da organização; e o assassinato do estudante secundarista Edson Luís durante uma manifestação dentro de um restaurante.
Oficialmente, o governo brasileiro reconhece 434 mortes e desaparecimentos políticos, que embasaram a análise da pasta. De acordo com a presidente da Comissão Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, Eugênia Gonzaga, o número real pode passar de 10 mil pessoas, entre indígenas e trabalhadores do campo.
O levantamento do ministério abrange o período de 1946 a 1988 e ressalta que foram registrados 12 assassinatos resultado da atuação do Estado brasileiro antes do golpe militar de 1964. “A perseguição política já existia, ainda que de forma menos sistemática”, aponta a apresentação.
Os casos não ocorreram de forma uniforme ao longo desses anos. Na fase inicial do regime, entre 1964 e 1968, foram 51 mortes e desaparecimentos. O Ministério dos Direitos Humanos define o momento como uma consolidação do aparato repressivo em que o regime buscava manter uma aparência de legalidade.
O Ato Institucional n.º 5 (AI-5), de 1968, ampliou esse aparato e inaugurou o período mais violento da ditadura. Entre 1969 e 1978, foram 351 mortes – 40,5% de todas as reconhecidas pela Comissão Nacional da Verdade. Já entre 1979 e 1985, quando se iniciavam as negociações para uma abertura política, foram registrados 20 casos, o que, para a pasta, demonstra que “a repressão persistiu até os momentos finais do regime”.
A promulgação da Lei da Anistia, de 1979, perdoou tanto militares quanto opositores da ditadura. O perdão se estendeu a todos os crimes políticos ou conexos cometidos entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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PORQUE NÃO FALAM DAS PESSOAS PRESAS, NUNCA HOUVERAM TANTAS PRISÕES COMO AGORA, MAS ISTO NÃO INTERESSA AO JORNAL, NÃO RENDE DINHEIRO.
ALIENADOS DO REGIME DO ÓDIO.
Será que que estão presos pelo 08/01 também vão receber altas somas em dinheiro assim como os comunistas de 1964, ou manifestações pacíficas não rendem, precisa espalhar o terror, assim como a Dilma e outros tantos?
Posso garantir que não houve nenhuma morte de pessoas democratas de DIREITA. Os mortos na ditadura de 64 foram COMUNISTAS seguidores de Brizola e Cia. Entre os países comunistas não existe democracia , só temos ditaduras. É o que pretende o Mulaladrão comunista. Por quê razão a bandeira do PT é vermelha ???? Vejam bandeiras da China, Coreia do Norte e outras mais. Todas vermelhas. Símbolo do comunismo !!!!!
Vandeca, conta pra nós qual é a bolsa miséria que tu recebes, pra defender o ladrão com tanta veemência. Desconfio que a tua bolsa miséria é FALSA e tu não precisas. Vou descobrir !!!!
E os marginais queriam repetir a dose. Marginais direita golpista
Porque será né ?… Jovens estudantes sedentos de aventura e por defender um regime comunista para nosso país, mas naquela época os militares não eram idiotas. Enquanto o POVO aclamava a intervenção esses mesmos “estudantes” se reuniam clandestinamente para tramar golpes, assaltos e depredações. José Dirceu, fez treinamento na Nicarágua, segundo fontes jornalísticas, que é o “cabeça” pensante do Lula e que hoje, ESSES mesmos, voltaram a carga para tomar de vez nosso País com auxílio de parsas do passado. O mesmo tipo de estudante que hoje infesta nossas Universidades com suas ideologias de g…See more