Quinta-feira, 02 de Julho de 2020

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Mundo A polícia de Nova York investiga o assassinato de quatro moradores de rua

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As investigações preliminares apontam que os ataques aconteceram com um objeto de metal. (Foto: Reprodução de TV)

A polícia de Nova York, nos Estados Unidos, investiga o assassinato de quatro moradores de rua e a tentativa de homicídio contra um quinto, todos atacados na madrugada de sábado (04), enquanto dormiam, em Manhattan. De acordo com a imprensa local, um homem de 24 anos foi detido, sob suspeita de envolvimento com o caso.

Durante a madrugada de sábado, a polícia recebeu a denúncia sobre uma possível briga no bairro de Chinatown, e quando chegou ao local, encontrou dois homens feridos. O primeiro, de 60 anos, foi declarado morto no local, e o segundo, de 49, foi hospitalizado.

De acordo com a emissora de televisão “ABC”, o ferido está internado em estado grave. Meia hora depois, próximo dali, foram achados mais dois homens mortos e, perto dali, a quarta vítima fatal. As investigações preliminares aponta que os ataques aconteceram com um objeto de metal. A identidade do homem detido, nem a acusação contra ele, não foram divulgadas.

Governo Trump

Durante as últimas semanas, Donald Trump e aliados republicanos rebateram as acusações em torno do telefonema com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, dizendo que não passavam de relatos de segunda mão reunidos por um informante.

De fato, o delator que detonou o processo de impeachment contra o presidente americano não testemunhou muito do que denunciou, mas baseou seu relatório em entrevistas com diversos funcionários do governo dos EUA. Neste domingo (06), porém, um segundo delator veio à tona, e agora, de acordo com seu advogado, com conhecimento direto das ações de Trump.

No já célebre telefonema ao líder ucraniano, em 25 de julho, o republicano o pressiona a investigar Joe Biden e sua família – o que constituiria uso do cargo para se beneficiar nas eleições, uma vez que o democrata é um dos líderes na corrida entre pré-candidatos.

De acordo com o advogado Mark Zaid, que também representa o primeiro informante, o novo delator já teria sido entrevistado pelo inspetor-geral da Inteligência Nacional, Michael Atkinson, o que oferece proteção a represálias.

O inspetor foi o responsável por receber a primeira denúncia anônima e a determinar que ela era verossímil e alarmante o suficiente para ser classificada como uma “preocupação urgente”. Zaid trabalha para a Compass Rose Legal Group, um escritório especializado em representar delatores e liderado por Andrew P. Bakaj, que foi mais longe nas declarações.

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