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Brasil A posse de Bolsonaro em Brasília, no dia 1º de janeiro, deve contar com aparelhos que bloqueiam celulares e drones

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Preocupações incluem a possibilidade de acionamento remoto de explosivos durante o trajeto. (Foto: Agência Brasil)

Marcada para o dia 1º de janeiro, a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) deve contar com equipamentos que bloqueiam o sinal de aparelhos de celular enquanto ele estiver em movimentação na Esplanada dos Ministérios. Também estão previstos aparelhos capazes de evitar o uso de drones na área.

O pedido foi feito pelo GSI (Gabinete de Segurança Institucional) ao Exército. A preocupação principal da equipe responsável pela segurança é o acionamento remoto de explosivos no caminho pelo qual passará o futuro chefe do Executivo, acompanhado da primeira-dama.

Procurado pela imprensa para falar sobre o assunto, o futuro ministro do GSI, general Augusto Heleno, disse não ter informações sobre o esquema de segurança. Já integrantes do cerimonial do Palácio do Planalto limitaram-se a comentar que o esquema não foi usado nas duas posses da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2011 e em 2015.

Na próxima semana, o atual chefe do GSI, general Sérgio Etchegoyen, deve conceder uma entrevista coletiva para explicar detalhes de como funcionará a estratégia presidencial no dia da posse. A segurança de Bolsonaro foi reforçada após ele ter recebido uma facada durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), ainda como candidato no primeiro turno.

Em novembro, Etchegoyen já havia afirmado que a segurança do presidente eleito será maior do que a de outros presidentes. “O esquema que está sendo preparado para receber um presidente que já sofreu um atentado será muito diferente e muito mais severo do que qualquer outro titular do Planalto já viu ou teve”, afirmou o general.

A segurança de Bolsonaro após a posse será chefiada pelo general Luiz Fernando Estorilho Baganha. Ele assumirá o cargo no lugar do general Nilton Moreno, que hoje está à frente da montagem da estrutura de proteção ao político do PSL. Atualmente, mais de 50 agentes da PF se revezam na tarefa.

Ameaças sob investigação

Na manhã da última quinta-feira, a PF (Polícia Federal) cumpriu um mandado de busca e apreensão contra um jovem de 23 anos que ameaçou Jair Bolsonaro na internet. A ação foi realizada no bairro do Maracanã, Zona Norte do Rio de Janeiro.

De acordo com os agentes, o objetivo da ofensiva também é identificar se há outras pessoas envolvidas com o autor de postagens que “incitaram a subversão da ordem política fomentando a morte” de Bolsonaro, quando ele ainda era candidato.

O mandado de busca e apreensão foi expedido pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. Ainda segundo a PF, o investigado teria ainda proferido xingamentos ao vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão (PRTB). A pena do crime citado prevista na Lei de Segurança Nacional é de um a quatro anos de prisão.

Na véspera, Bolsonaro havia compartilhado no Twitter um vídeo em que era ameaçado por um homem armado e pediu ações públicas para defender o “cidadão de bem”. Não ficou claro se há alguma relação entre o homem do vídeo e o alvo do mandado de busca e apreensão cumprido nesta quinta-feira.

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