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Geral A qualidade das águas no Rio Grande do Sul vai ser discutida nesta segunda

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Dmae substitui redes de água na região. (Foto: Alex Rocha/PMPA)

Na 27ª Semana Interamericana da Água e 20ª Semana Estadual da Água, o projeto Diálogos Fepam traz o tema “Qualidade das Águas do RS”. O evento online será realizado nesta segunda-feira (28), às 14h, com transmissão ao vivo pela página da Fepam (Fundação Estadual de Proteção Ambiental) no Facebook.

Nesta edição, a apresentação será realizada por técnicos de diferentes departamentos. Além da presidente Marjorie Kauffmann, estarão presentes a chefe de Planejamento Ambiental da Fepam, Cláudia Wolff, o chefe da Divisão de Monitoramento Ambiental da Fepam, Márcio D’Avila Vargas, e a chefe da Divisão de Planejamento e Gestão do Departamento de Recursos Hídricos e Saneamento da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), Raíza Schuster.

Um diagnóstico com as condições de qualidade da água superficial das regiões hidrográficas do RS será apresentando a partir da análise dos dados de monitoramento. Também haverá o lançamento do novo sistema RS Água, uma plataforma exclusiva para acompanhar dados de monitoramento da qualidade da água superficial do Estado.

O Diálogos Fepam foi lançado em 2019 com o objetivo de aproximar os técnicos da fundação de empreendedores que atuam em diferentes setores da economia.

Mata Atlântica em Pé

Em outro tema ambiental, foram apresentados, na tarde de sexta-feira (25), os resultados da operação Mata Atlântica em Pé 2020. Entre as entidades envolvidas, estiveram a Fepam (Fundação Estadual de Proteção Ambiental), Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), Ministério Público, por meio do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente (Caoma), Comando Ambiental da Brigada Militar (CABM), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Fundação SOS Mata Atlântica.

A operação foi deflagrada no dia 21 pelos Ministérios Públicos dos 17 estados brasileiros que possuem fragmentos do bioma. Esta é a 4ª edição da operação nacional que tem o objetivo de identificar desmatamentos em áreas de Mata Atlântica, punir os responsáveis e cobrar a reparação dos danos.

Somente a Sema e a Fepam fiscalizaram 11 municípios no Rio Grande do Sul. Neles encontraram 97 hectares de desmatamento, 66 metros de lenha apreendida e 14 m³ de toras. “Estamos atuando em diferentes frentes conjuntas e a tecnologia é nossa aliada, principalmente durante a pandemia. Por meio dela diagnosticamos locais com maior alteração no bioma e as equipes atuaram de forma certeira, garantindo o resguardo ambiental”, ressaltou a presidente da Fepam, Marjorie Kauffmann.

Segundo o chefe de Fiscalização da Sema, Mateus Leal, “a integração dos órgãos é o caminho para conscientização ambiental, garantindo aos gaúchos a fiscalização adequada e a preservação de áreas fundamentais”.

O promotor de Justiça e coordenador do Coama, Daniel Martini, explicou as fases dos trabalhos, iniciando pelo levantamento das áreas, identificação dos proprietários das áreas por satélite e, mais detalhadamente, pelas equipes locais e a efetiva responsabilização pelos danos ambientais provocados.

A Mata Atlântica é um dos sistemas mais explorados e devastados pela ocupação humana: cerca de 70% da população brasileira vive em território antes coberto por ela ¿ daí a importância da preservação do que ainda resta do bioma, fundamental para questões como a qualidade do abastecimento de água nas cidades.

Estima-se que perto de 12% da vegetação original esteja preservada, 80% disso mantidos em propriedades particulares. É um dos biomas que apresenta a maior diversidade de espécies de fauna e flora, tanto que alguns trechos da floresta são declarados Patrimônio Natural Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). As informações são do Palácio Piratini e do Ministério Público do RS.

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