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Colunistas Adorável cafajeste: como conquistar ou perder uma mulher

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Relacionamentos são como uma dança

Foto: Divulgação
Relacionamentos são como uma dança. (Foto: Divulgação)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Quando conhecer uma mulher, pareça indiferente e, jamais, mostre ansiedade. Seja calculista e procure sempre agir na hora certa, mostrando presença de espírito.

Lembre-se que relacionamentos são como uma dança. Às vezes, você está no ritmo, já em outras, parece que está sempre pisando no pé da parceira.

Seja bruto, mas sem perder o charme; gentil, mas nunca meloso; não concorde cegamente com tudo o que ela disser; tenha sua própria opinião, ou pelo menos, finja que tem; quando ela começar a falar, faça cara de que está interessantíssimo; não se preocupe em responder, basta acenar sutilmente com a cabeça, como se estivesse hipnotizado por cada palavra dela.

Agora, preste muita atenção! Jamais diga que ela está errada (mesmo que isso esteja evidente), a menos que queira enfrentar uma tempestade, ou começar a terceira guerra mundial.

E, por favor, não fique ligando ou mandando mensagens o tempo todo, isso é deprimente…

Sorrir demais? Só se quiser ser visto como um bobão, e ser tratado como bobo da corte.

E, pelo amor de tudo o que é sagrado, não vá dançar sozinho! Se for dançar, faça isso com ela e tenha uma pegada firme.

Ah! E sob hipótese alguma, use a maquiagem, ou vista as roupas dela.

Como perder ou dispensar uma mulher?

Aqui o truque é o oposto: seja um romântico incurável. Mostre todo o seu lado sensível, chore na frente dela (se possível, por algo que nem faz sentido), pareça aquele “amigo calcinha”.

Encha-a de mensagens melosas, uma atrás da outra, para provar o quanto você “se importa com ela”… Mande memes românticos de bom dia, boa tarde, boa noite, com gatinhos, coelhinhos e coraçõezinhos. E, é claro, ligue para ela a cada duas horas, no mínimo!

Se quiser ser mais ousado, insista em enviar áudios de cinco minutos, dizendo como você não consegue parar de pensar nela. Nada afasta mais rápido.

Resumo da obra

Quer conquistar? Seja frio, calculista. Quer se livrar? Seja um grude insuportável, extremamente romântico.

Afinal, tudo na vida é uma questão de equilíbrio. Em alguns casos, da total falta dele…

E lembre-se: no fim das contas, o amor é um jogo de xadrez e não de damas – cada movimento conta para o desfecho final.

Lembrando que isso é apenas uma crônica bem-humorada que não deve ser usada como regra. Deus criou a mulher, mas, possivelmente, deve ter perdido o manual de instruções na vastidão de seus arquivos.

Fabio L. Borges, jornalista e cronista gaúcho

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Fabio Borges
4 de fevereiro de 2025 11:21

Exatamente professor, tá cada vez mais complicado, obrigado por interagir conosco e acompanhar a coluna 👍🙌🤗

André Pedral Sena
3 de fevereiro de 2025 20:03

Análise perfeita frente a duas vertentes, mostrando o eterno dualismo entre ser você e vender a imagem que a sociedade quer ver. Num mundo baseado no artificialismo, onde relações são baseadas em paixões e não no amor, temos que rever a lógica da conquista

Fabio Borges
4 de fevereiro de 2025 11:20

Muito obrigado Paulo por acompanhar minhas crônicas 🙌🤗

Paulo Ritter
4 de fevereiro de 2025 11:13

Parabéns pelo texto. Hoje está mesmo difícil vencer a superficialidade, ambos têm dificuldades de encontrar a “química ” que traz o equilíbrio para uma harmoniosa convivência.

Fabio Borges
5 de fevereiro de 2025 01:39

Muito obrigado por acompanhar minha coluna 🥰

Fabiane Hoffmann
4 de fevereiro de 2025 11:33

Parabéns pelo “manual “. Escrito de maneira divertida, mas totalmente condizente com a realidade atual. A dificuldade de expressar emoções é um grande desafio, porque justamente corremos o risco do excesso em tudo. As barreiras no diálogo estão como foco principal na ausência de conteúdo, tudo muito falso.

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