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Política Advocacia-Geral da União manda apurar ofensiva contra Alexandre de Moraes: “Acabou personalismo, ação é contra o Estado brasileiro”

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A ação contra o ministro do Supremo foi apresentada ao Distrito Central da Flórida.

Foto: Fellipe Sampaio/STF
Moraes avaliou que o advogado transformou a rodada de questionamentos em inquirição da testemunha em “tom acusatório”. (Foto: Fellipe Sampaio/STF)

A Advocacia-Geral da União (AGU) determinou que seu escritório nos Estados Unidos apure nova iniciativa das redes Rumble e Trump Media contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na Justiça americana.

O tom do órgão sobre o caso mudou. Um integrante da AGU disse que “acabou personalismo”. “Não é ação contra Alexandre de Moraes. É ação contra o Estado brasileiro.”

A dupla de empresas, que já havia pedido sanções ao ministro em uma liminar negada pela responsável pelo caso, apresentou um novo pleito, dessa vez de caráter indenizatório, contra o magistrado.

A alegação seria de que decisões de Moraes que eventualmente causem prejuízos às empresas deveriam ser ressarcidas. O movimento ocorre sem que as reivindicações da Justiça americana durante a primeira ofensiva, como a citação correta das empresas ao ministro no Brasil, tenham sido atendidas.

Os integrantes da AGU escalados para acompanhar o andamento do caso nos EUA afirmam que o processo estava “abandonado” pelas duas empresas, a Rumble e a Trump Media, que nem sequer cumpriram as reivindicações feitas pela Justiça americana quando da primeira fase da ofensiva contra o ministro do STF.

Para integrantes da AGU, a nova petição seria um “factoide para embarcação o julgamento” do Marco Civil da Internet, retomado esta semana no STF.

A maioria do STF, mesmo sob pressão das big techs e ameaças veladas dos americanos, decidiu manter o assunto na pauta e pretende encerrar o julgamento na próxima semana.

Eduardo Bolsonaro

O advogado da Trump Media e Rumble, Martin de Luca, afirmou que o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) não participa do processo entre a empresa ligada ao presidente americano e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

“Eduardo Bolsonaro não participa do processo. Quem participa do processo hoje é Trump Media, Rumble e Alexandre de Moraes”, disse.

A ação contra o ministro do Supremo foi apresentada ao Distrito Central da Flórida. O documento afirma que Moraes violou a Primeira Emenda da Constituição dos EUA e pede para que ele seja responsabilizado por suposta censura a cidadãos e empresas americanas.

“A ação de hoje é uma emenda a ação original que a gente entrou em fevereiro e que incorpora novos elementos. Essa ação incorpora diversos exemplos de cidadãos americanos, residentes dos Estados Unidos ou residentes políticos que estão se manifestando no território dos Estados Unidos, e que são alvos de ordens, mandados de censuras sigilosos do ministro Alexandre de Moraes”, esclarece Martin.

Ele também explica que o processo pede para que o ministro brasileiro seja responsabilizado por seus danos: “Quando você atua fora da sua autoridade legal nos Estados Unidos e em diversos outros países, esse funcionário público pode ser responsabilizado pessoalmente pela conduta. Então nessa ação a gente tá pedindo danos e pedindo que o Alexandre de Moraes, pessoa física, seja responsável pelos seus danos. Isso acontece quando o funcionário público atua fora do marco legal que ele pode”, finalizou.

 

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Jorge Bressan
8 de junho de 2025 01:30

Fica frio ai vandeca!!

Vanderlei Stefani
7 de junho de 2025 14:26

Fascistas não passaram e não passarão

Luiz C. Ferrari
7 de junho de 2025 14:37

Resumo da ópera. Ação para não se darem como vencidos. Na causa principal a juíza negou e agora entram com recurso para pedir indenizaçao.
A causa sobre as duas techs se referem as contas de pessoas brasileiras que estão nos EUA.
Até ali tudo certo e, o STF não teria entrado com a causa nos EUA se aqui, como exige nossa lei, tivesse um representante dessas empresas.
O pedido foi, para suspender as contas ou iria suspender as operações no Brasil.
Não vejo nada de errado, tanto que a juíza americana entendeu assim também e decidiu em desfavor dos impetrantes.

Apolônio Chuwats
7 de junho de 2025 15:47

Covardes, bandidos usam o território americano do LUMPA, LUMPA LARANJA para cometerem crimes com o Brasil sem serem punidos, covardes fugiram em massa porque sabem que serão presos , quanto mais atuam contra, quem paga é o brasileiro com mais censura, gente estúída, burra que ainda sustentam financeiramente esses bandidos , Zambeli, Filho do mitooooo, o gengivão e outros que se acovardaram para assumirem suas cagadas.

Apolônio Chuwats
7 de junho de 2025 15:48

CADEIAA TODOS!!!!!SEJA DE ESQUERDA ,CENTRO, DIREITA OU APENAS IMBECIS IDIOTAS.

Vanderlei Ochoa
8 de junho de 2025 11:06

O marginal filho do marginal bolsonaro tem que ser preso. Aliás, toda a família de marginais que só trouxeram desordem no Brasil.

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