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Polícia Polícia Penal realiza operação contra o uso de celulares em presídios gaúchos

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Foram apreendidos celulares, chips, cabos USB e carregadores de celular

Foto: Jonathan Silva/Polícia Penal
Foram apreendidos celulares, chips, cabos USB e carregadores de celular. (Foto: Jonathan Silva/Polícia Penal)

A Polícia Penal do Rio Grande do Sul, sob coordenação da Secretaria Nacional de Políticas Penais, concluiu, na sexta-feira (22), a 11ª fase da Operação Mute, que teve o objetivo de retirar celulares das unidades prisionais e enfraquecer organizações criminosas dentro e fora dos presídios em todo o País.

No Estado, a ação começou na segunda-feira (18), na Penitenciária Estadual Modulada de Montenegro. Prosseguiu na terça-feira (19), na Penitenciária Estadual Modulada de Charqueadas; na quinta-feira (21), na Penitenciária Estadual de Santa Maria; e na sexta, na Penitenciária Estadual de Porto Alegre.

A operação priorizou unidades prisionais com atuação identificada de organizações criminosas, a partir de critérios estratégicos e de inteligência definidos pelas forças de segurança pública.

“O planejamento e a integração têm sido pilares na estratégia de segurança do Estado com resultados expressivos nos últimos anos. E muito desse trabalho passa pelo sistema prisional, pois as revistas e operações são mecanismos que influenciam e refletem fora dos muros, impactando, também, a sociedade”, afirmou o secretário estadual de Sistemas Penal e Socioeducativo, Cesar Atilio Kurtz Rossato.

Mais de 300 servidores da Polícia Penal participaram da ação. Foram apreendidos celulares, chips, cabos USB e carregadores de celular. O número de objetos recolhidos não foi divulgado.

A Operação Mute integra o Programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado pelo governo federal, que prevê investimento superior a R$ 11 bilhões para o fortalecimento da segurança pública em todo o País. O programa nacional aplicará recursos em sete presídios do Rio Grande do Sul.

Desde o início da Operação Mute, em 2023, já houve a retirada de 8,5 mil celulares de dentro das unidades prisionais do País. Ao todo, quase 42 mil policiais penais participaram das operações e mais de 40 mil celas foram revistadas. Além da apreensão de celulares e aparelhos eletrônicos, também foram combatidos diversos tipos de crimes nos estabelecimentos prisionais, fortalecendo o controle interno e enfraquecendo a atuação das organizações criminosas.

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