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Mundo Agência dos Estados Unidos recomenda dose de reforço contra covid-19 aos mais velhos

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Os membros do painel rejeitaram pedido da Pfizer de aprovação total para doses de reforço para maiores de 16 anos. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Um painel de consultores externos da Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos aprovou a recomendação de vacinas de reforço contra a covid-19 para norte-americanos com 65 anos ou mais e aqueles com alto risco de doença grave, após rejeitar pedido de aprovação mais amplo.

O painel também recomendou que a FDA inclua profissionais de saúde e outros com alto risco de exposição ocupacional ao vírus que causa a covid-19, como professores.

A Casa Branca afirmou que estava preparada para aplicar reforços da vacina da Pfizer/BioNTech na próxima semana, se as autoridades de saúde aprovassem.

Mas a votação, caso seguida pela FDA, pode representar um programa mais modesto de doses de reforço do que o descrito pelo governo Biden, que defendeu imunização generalizada seis meses após as pessoas receberem sua primeira rodada de doses.

Os membros do painel rejeitaram pedido da Pfizer de aprovação total para doses de reforço para maiores de 16 anos. Em vez disso, a recomendação do painel consultivo foi para uma autorização de uso emergencial para grupo mais restrito.

O painel aprovou por unanimidade a recomendação de uma terceira dose para norte-americanos mais velhos, convencidos por evidências segundo as quais esses indivíduos têm risco mais alto de covid-19 grave e podem ter maior probabilidade de redução da imunidade após as primeiras doses.

A FDA levará em consideração a recomendação do painel ao tomar sua decisão final sobre as doses de reforço.

Reforço ou não

Nos últimos dias, cientistas de dentro e de fora do governo americano se mostraram divididos sobre a necessidade da aplicação das doses de reforço da vacina contra a covid. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) se opõe à medida: o braço das Nações Unidas ligado à saúde defende que as doses sejam distribuídas primeiro aos países mais pobres.

O comitê da FDA levou em consideração os estudos apresentados até agora sobre o assunto. Embora as evidências sugiram que os níveis de imunidade dos vacinados com duas doses caiam após alguns meses, a vacina continua sendo eficaz contra casos graves e mortes devido ao coronavírus — levando em consideração, inclusive, a variante delta.

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