Terça-feira, 16 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 24 de janeiro de 2025
Uma dupla de agentes da Polícia Penal do Rio Grande do Sul foram baleados por criminosos, nessa sexta-feira (24), na Fronteira-Oeste do Estado. Eles escoltavam um detento do Presídio Estadual da cidade de Quaraí (vizinha da uruguaia Artigas) para realização de consulta médica fora da instituição, quando foram surpreendidos por possíveis comparsas do apenado.
As vítimas receberam atendimento em um hospital da região e não correm o risco de morrer. De acordo com os seus depoimentos, a emboscada se deu durante a manhã, quando um grupo se aproximou de carro e efetuou diversos tiros contra os dois policiais, antes de fugir com o presidiário.
Até o fim da noite não havia informações sobre o paradeiro do indivíduo resgatado ou dos homens que o levaram. As buscas aos envolvidos contam com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e de autoridades do país vizinho, além do acesso a imagens de câmeras de segurança da região.
A identidade do foragido não foi divulgada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), órgão ao qual a Polícia Penal é vinculada. Informações extraoficiais indicam que os fugitivos deixaram o local do ataque a bordo de uma caminhonete, encontrada posteriormente, com as rodas submersas em um dos trechos da margem do rio Quaraí.
Policial morto
Na tarde de quarta-feira (22), representantes da Polícia Civil gaúcha compareceram ao velório e sepultamento do escrivão de Polícia Daniel Abreu Mendes, 40 anos, no cemitério de Taguatinga (DF). Ele foi assassinado na manhã do dia anterior, na cidade gaúcha de Butiá, ao participar do cumprimento de uma ordem de busca e apreensão contra uma investigada por tráfico de drogas.
Assim que Mendes chegou à residência da mulher, o companheiro dela – um adolescente de 17 anos – o atingiu com pelo menos dois tiros de pistola. O colete à prova de balas não foi suficiente para evitar os ferimentos graves, pois um projétil acertou o pescoço e outro o tronco, lateralmente. Uma menina de 6 anos, filha da mesma moradora, foi atingida de raspão na cabeça, sem gravidade.
Antes do embarque do corpo para o Distrito Federal, o escrivão morto foi homenageado por colegas e, institucionalmente, pela corporação. Houve cortejo de veículos até o Aeroporto Salgado Filho, toques de sirene e entrega da bandeira do Rio Grande do Sul à família do policial, nascido em Brasília.
(Marcello Campos)
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A polícia penal pede socorro, no mesmo dia do resgate houve o sexto caso de suicídio, e ainda temos 570 polícias afastado por problemas psiquiátrico, vários casos de assédios morais, jornadas de trabalho exaustiva, baixo efetivo funcional uma gestão incompetente que o Senhor governador mantém a frente da instituição por motivos desconhecidos. Isso tudo cedo ou mais tarde vai refletir na sociedade menos segurança pública.